NOVA MISSÃO
Agradeço ao publisher Walter Santos pela oportunidade de conversar com os leitores da Revista Nordeste. De Brasília, vamos acompanhar os movimentos do poder, os bastidores da política e as decisões que impactam os nove estados nordestinos.
SÓ LULA É LULA
A vitória de Lula para um quarto mandato presidencial ultrapassou barreiras políticas e resistiu a pressões internacionais. O resultado confirma sua capacidade de mobilização. O desafio agora será construir pontes, ampliar o diálogo e transformar o capital eleitoral em entregas concretas para a população. Nisso, Lula também é mestre.
VERMELHOU
O Nordeste voltou a ocupar posição decisiva na eleição presidencial. Nos nove estados, o resultado reafirma o peso político de uma região que frequentemente se sente alvo de preconceitos e ataques. A votação tem significado eleitoral, mas também social, reforçando a importância da região no cenário político nacional.
MAIS UM…

Cadu de Lula venceu a disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte, ampliando o espaço petista no comando dos estados nordestinos. O PT passa a contar com três governos estaduais na região, um ativo importante para sua articulação política.
FORTALECIDOS

Dois nordestinos ganharam projeção nacional nesta eleição: Rafael Fonteles, governador do Piauí, e Camilo Santana, senador pelo Ceará. Ambos assumiram funções estratégicas na campanha de Lula no segundo turno. Camilo atuou na articulação política; Fonteles, na comunicação. O desempenho ampliou a visibilidade dos dois e alimentou especulações sobre voos mais altos. Vamos acompanhar.
CONSOLIDOU

O paraibano Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados, chega ao novo ciclo político com espaço para articular sua permanência no comando da Casa. Seu apoio a Lula e a capacidade de diálogo com diferentes bancadas fortalecem sua posição nos bastidores.
A movimentação para a eleição de 1º de fevereiro de 2027 já começou. Com os apoios anunciados, Hugo já supera 350 votos dos 512 deputados, segundo estimativas de seus aliados.
ANOTEM!

Rodrigo Pacheco está cotado para uma indicação ao Supremo Tribunal Federal (STF). Nos bastidores, seu nome é apontado como capaz de reunir apoios de diferentes correntes no Senado. Forte!
CLIMA AZEDOU?

Não coloquem Valdemar Costa Neto, presidente nacional do PL, e o senador Rogério Marinho, do Rio Grande do Norte, na mesma mesa sem observar o ambiente político. Nos bastidores, há relatos de divergências no campo bolsonarista após a campanha presidencial de Flávio Bolsonaro, coordenada por Marinho. A disputa pelo comando da oposição e pela estratégia para 2027 pode ampliar as diferenças.
ORÇAMENTO COMO MOEDA?

A votação do Orçamento pode se transformar em instrumento de negociação na Câmara. Com novos parlamentares chegando e emendas ocupando espaço central nas articulações, a discussão sobre recursos e cargos tende a ganhar força. O Centrão, conhecido por sua capacidade de integrar diferentes governos, está no jogo. Em Brasília, orçamento é poder — e a negociação política promete movimentar os próximos capítulos.
VAMOS AGUARDAR!

