Em Pernambuco, Carlos Veras e Fernando Ferro concorrem à presidência da legenda
Por Tarsila Castro
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O Partido dos Trabalhadores (PT) realizou, neste domingo (6), o Processo de Eleições Diretas (PED) da legenda, para a escolha das novas direções municipais, estaduais e nacional. Em Pernambuco, o deputado federal Carlos Veras e o ex-deputado federal Fernando Ferro concorrem à presidência da legenda. A expectativa é que o resultado oficial da eleição seja publicado até às 14h desta segunda-feira (7).
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O senador e presidente nacional do PT, Humberto Costa, destacou a importância da mobilização partidária para a escolha dos dirigentes do partido.
“O PT nasceu com o compromisso de defender a democracia e a participação popular. É dia de eleição direta, um momento fundamental que mobiliza nossa militância e fortalece a organização do partido. Não é por acaso que o PT é o maior partido da América Latina. Essa mobilização é o primeiro passo na preparação do nosso time para a disputa eleitoral do ano que vem”, afirmou.
Candidatos
Representante da corrente Construindo um Novo Brasil (CNB), Carlos Veras acredita que vencerá as eleições internas do partido no estado.
A reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2026 foi um dos pontos defendidos pelo candidato.
“Vamos realizar uma gestão ampla e plural com o fortalecimento das bases, protagonismo do PT no estado de Pernambuco e reeleição do presidente Lula para seguir avançando na democracia e na justiça social”, disse.
Já Fernando Ferro, candidato pela corrente Avante PT, afirmou que está na expectativa pelo resultado e feliz com a participação da militância no processo de eleição direta.
“Desejamos que a apuração e a conclusão da votação ocorram de forma tranquila. Cumprimos nosso papel na disputa, conquistando mentes e corações para os desafios que se aproximam, no enfrentamento à extrema-direita e no fortalecimento do PT em todo o país”, destacou.
Ele mencionou, também, que a campanha defendeu a “autonomia e o protagonismo do PT no estado e em cada município, com a esperança de transformar o cenário atual de submissão do partido a outras siglas”.
“O mais importante é seguir construindo o PT, esse partido de luta e de representação da classe trabalhadora, combater a escala 6×1, taxar os super-ricos e isentar do imposto de renda quem recebe até cinco mil reais”, defendeu.

