Vamos combinar: ao longo dos tempos/décadas, muita Gente da Cultura e da Comunicação relaxou na estruturação de meios para sobreviver bem na fase final da vida. É cultural esse erro, que hoje implica em atestarmos dezenas de casos em que nossos artistas e comunicadores enfrentam graves problemas de sobrevivência. Passam fome.
A dados de hoje, da atualidade, são dezenas de pessoas (cults e da comunicação) convivendo com sérios problemas para sobreviver por não terem condições financeiras para fazer frente à realidade.
CANHOTO E CARLOS ARANHA
Os dois geniais paraibanos da Cultura, por exemplo, morreram enfrentando a mais grave crise financeira por não terem se preparado para a velhice que chega.
O mais importante cantor de frevo da história a partir da Parqiba e excelente radialista de nome Jadir Camargo morreu diante de grave realidade. O mesmo diga-se de Jorge Blau Silva pois não merecia a dureza no final da vida. São dezenas a merecer cuidados urgentes.
A LEI CARLOS ARANHA
Felizmente, o vereador Odon Bezerra e o presidente da FUNJOPE, Marcus Alves, estão sensíveis e devem se reunir com o prefeito Léo Bezerra para sancionar nova lei de nome Carlos Aranha visando assegurar 2 Salários Mínimos a 30 artistas/cultura e 30 comunicadores comprovadamente em estágio de vulnerabilidade social para evitar a morte de fome. A Lei, aliás,já foi aprovada na CMJP.
Prefeito Léo, com toda a sua sensibilidade humana, SANCIONE essa lei para evitar mais mortes de muitos valorosos profissionais e artistas, hoje em estágio de miséria. É duro, mas é a realidade nua e crua .
CIRANDA DE ESCURINHO
Dia 18 de Julho próximo, o Espaço Cultural em João Pessoa vai reunir artistas entre eles Chico César para celebrar a arte do grande intérprete e músico Escurinho enfrentando problemas de saúde.
Vamos todos apoiar.
LEI COM CIDA LOBO
Quando secretária de Cultura da Paraíba, a exímia multiartista Cida Lobo conseguiu emplacar junto ao governo Cássio Vunha Lima a Lei Canhoto da Paraíba para assistir artistas e evitar que passassem fome. Ainda hoje vinga.
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“O olho que existe / é o que vê”

