“O Voto Consciente: Missão Histórica pela Soberania e Justiça Social”, por Rui Leitão

Rui Leitão expõe em análise minuciosa o valor da escolha pelo voto consciente

Por Rui Leitão

O voto consciente é, sem dúvida, o mais forte instrumento de transformação social e política de um povo. Por meio dele, torna-se possível reescrever a história de uma nação. A essência da democracia reside na capacidade do cidadão exercer a soberania popular através do sufrágio universal, direto e secreto. O dia da eleição, portanto, é o momento em que todos são postos em condições de igualdade absoluta: não há voto mais importante do que outro, independentemente de raça, sexo, condição financeira ou classe social.

O pleito deste ano carrega um significado histórico sem precedentes para a democracia brasileira. Essa relevância amplifica o valor do voto, pois ele definirá a escolha entre a democracia e o autoritarismo, a civilização e a barbárie, a esperança e o medo. É a oportunidade de nos afastarmos, definitivamente, das ameaças que pairam sobre nossas vidas, configurando uma eleição de caráter plebiscitário.

Mais do que uma escolha de nomes, esta eleição deve ser a manifestação coletiva do povo brasileiro em rejeição às políticas retrógradas. É o momento de dizer um “não” definitivo ao desmonte dos direitos que fere a justiça social e ameaça a nossa soberania nacional. A verdadeira soberania só se constrói com um Estado forte, que proteja seu patrimônio e garanta dignidade à sua gente; por isso, votar é também um ato de defesa do Brasil contra a submissão e o retrocesso.

Contudo, para que essa mudança se efetive, o ato isolado de votar não basta. É preciso canalizar energias para a mobilização militante. Mobilizar é a chave da vitória. O atual momento exige de cada um de nós a compreensão de que o engajamento na luta em defesa da vida, do emprego, da inclusão e do Estado Democrático de Direito é um imperativo ético. Esse posicionamento atrai pessoas para a causa, transformando simpatizantes em defensores ativos de um projeto de país.

Façamos política com espírito transformador e disposição voluntária. Ingressemos com entusiasmo em uma campanha para que tenhamos um Brasil onde prevaleçam o amor sobre o ódio e a verdade sobre a mentira. Esta é a caminhada rumo a um futuro de paz, prosperidade e justiça, combatendo sem tréguas o desemprego, a fome e a miséria. Envolvamo-nos nessa missão histórica. O dia 4 de outubro será o grande dia da reafirmação democrática do Brasil, celebrada com a coragem de quem segue “sem medo de ser feliz”.

 

*Conteúdo publicado na edição 231 da revista NORDESTE

 

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Ana Júlia Silva

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