Mulheres conectadas; universo feminino amplia rede de negócios e investimentos, por José Natal

Já nos ajustes finais, aparando arestas e azeitando engrenagens para um bom funcionamento, o aplicativo internacional “Women Moving the World” — Mulheres que movem o mundo — anuncia o lançamento da plataforma que transforma o networking em conexões reais e negócios.

Utilizando a inteligência artificial, para obter conexões estratégicas entre mulheres que exerçam lideranças empresariais, em diferentes países, o aplicativo poderá ampliar relacionamentos iniciados no mundo real. Nada mais inovador.

Pragmáticos, especialistas afirmam: fazer networking é fácil. Transformá-lo em relacionamento, parceria e negócio é o real e verdadeiro desafio.

Não por acaso, a iniciativa do WMW acontece na Capital da República, centro das decisões nacionais, já com data marcada (16 deste mês), em ato previsto com a pompa necessária e cercado de justa curiosidade por parte de entidades lideradas por mulheres de variados segmentos, inclusive órgãos governamentais.

Celina Leão, atual Governadora de Brasília, deve marcar presença no evento. Além dela, representantes do meio empresarial, corpo diplomático e mulheres que atuam em representações sociais foram convidadas e confirmam presença.

O diferencial do aplicativo, segundo a advogada e empresária Glenda Marques, uma das responsáveis pela iniciativa, está na efetividade do networking. Enfática, cita que “a tecnologia não substitui o relacionamento humano. Ele potencializa o encontro humano”.

Nos dias de hoje, quando gigabytes, computadores e mil outros recursos cibernéticos, na prática, condicionam nossos relacionamentos, a utilização de um simples aplicativo (eficiente) sinaliza, com certeza, a mudança de um paradigma. Ou seja, substitui uma rede baseada na quantidade de contatos por uma rede unificada, com base apenas nas conexões instaladas no aplicativo.

Trazendo a explicação, digamos, para uma linguagem de mais fácil entendimento e compreensão, a iniciativa pretende, simplesmente, buscar para uma mesma rede de comunicação aquelas mulheres com determinação e interesse em ativar mecanismos de trabalho, negócios empresariais.

Como sugere o nome do investimento — WOMEN MOVING THE WORLD —, a plataforma, quando em operação, evitará, por exemplo, a costumeira e já superada troca de cartões, mecanismo de comunicação à moda antiga, para muitos, método ultrapassado e já, decididamente, fora de moda.

Ainda, segundo Glenda, a intenção é que encontros e reuniões dessa natureza, e com objetivos definidos, não terminem após a presença física. Que ele prossiga, com possibilidade de gerar resultados positivos, através da prática confortável e inteligente do networking.

O projeto pioneiro apoia e potencializa a instituição MULHERES QUE MOVEM O MUNDO, vinculada à Associação Comercial do Distrito Federal – ACDF, entidade que abriga e incentiva realizações que, de alguma forma, sejam transformadas em benefício da comunidade da Capital.

Lembra a iniciativa que o aspecto social também está embutido no projeto inovador. Registra, em detalhes, que parte dos recursos gerados pela plataforma WMW será destinada a iniciativas de apoio a mulheres carentes e crianças em condições de vulnerabilidade.

Frisa a responsável pelo evento que “a iniciativa reforça o compromisso em transformar network e negócios em impacto social concreto”.

Como de praxe, os movimentos em apoio, prestígio e incentivo às iniciativas lideradas pelo universo feminino, autoridades do setor aguardam com justa curiosidade os resultados do gesto pioneiro. A comunidade, de um modo geral, com certeza, também estará atenta aos próximos passos.

José Natal
Jornalista

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