É fato: diferentes e respeitados de óculos de comunicação do Ocidente insistem em repercutir os desdobramentos das medidas anunciadas pelo governo Trump de tipificar o crime organizado do Brasil como terroristas merecendo reação imediata do Governo Brasileiro contestando a ação.
Eis um resumo do que tem sido repercutido.
Deu no The New York Times – O jornal americano destacou que a medida adotada pelo governo Trump foi antecedida por “meses de lobby agressivo dos filhos do ex-presidente preso Jair Bolsonaro”.
A publicação também chamou atenção para os possíveis reflexos econômicos da decisão sobre o sistema financeiro brasileiro.
Deu no Washington Post – O jornal americano destacou que a medida adotada pelo governo Trump foi antecedida por “meses de lobby agressivo dos filhos do ex-presidente preso Jair Bolsonaro”.
A publicação também chamou atenção para os possíveis reflexos econômicos da decisão sobre o sistema financeiro brasileiro.
DEU no Financial Times – O jornal britânico enfatizou os potenciais impactos econômicos e diplomáticos.
Disse que a classificação pode “tensionar as relações com o Brasil” e aumentar o monitoramento internacional sobre operações financeiras consideradas suspeitas pelas autoridades americanas.
Deu no El País – A publicação espanhola ressaltou que integrantes do governo Lula demonstram preocupação com a possibilidade de ampliação da influência jurídica e econômica dos EUA sobre instituições do país uma vez que a ação “poderia abrir caminho para uma intervenção militar”.
DEU no France 24 – A emissora francesa ressaltou o componente ideológico presente no debate sobre as facções e disse que, “do ponto de vista político, a designação terrorista é uma afronta clara a Lula”, especialmente após o presidente brasileiro deixar uma reunião recente com Trump “muito satisfeito”.
DEU na Aljazeera – A emissora do Catar relacionou o anúncio à aproximação política entre Trump e a família Bolsonaro.
Relembrou que “Trump já interveio na política brasileira emfavor da família Bolsonaro”, ao mencionar medidas comerciais adotadas anteriormente pelos EUA contra o Brasil.

