Independentemente do futuro à vista que nos espera sob efeitos da máquina de manipulação em curso em nível global e nacional via táticas digitais, ainda há tempo para na análise da conjuntura entender como a propaganda ultra direita nazista liderada por Joseph Goebbels se faz tão presente na realidade nossa de cada dia, sobretudo depois do escândalo Daniel Vorcaro a envolver Flávio Bolsonaro.
Em qualquer parte do País, onde existir células do pensamento ultraconservador Bolsonarista, sem dúvidas alguma a desinformação se apresenta para confundir e distorcer a realidade política na direção de outubro de 2026.
Antes de Goebbels
O fato é que o Brasil há dias convive com a super exposição de graves problemas éticos dos senadores Flávio Bolsonaro e Ciro Nogueira no caso Daniel Vorcaro, o rolo mal explicado do filme sobre Bolsonaro e outros desvios, entre os quais a comprovação da compra ainda inexplicada de casa no Texas para o ex-deputado foragido Eduardo Bolsonaro e outros problemas a mais.
Princípios nazistas em voga
Goebbels, responsável pela propaganda nazista, indica com princípio número 1, fazer o produzem os bolsonaristas: escolha de Inimigo unico – no caso o PT e Lula – para individualizar o adversário.
Essa tática tem sido observada na tentativa de abafar a grave repercussão de Flávio Bolsonaro querendo atribuir a Lula o que inexiste na prática e vida real no trato do assunto.
Goebbels também adotou, como fazem os bolsonaristas, o Princípio do Método de Contágio visando reunir
diversos adversários em uma única categoria ou indivíduo.
Na ordem ainda tem o Princípio da Transposição buscando culpar o inimigo pelos próprios erros, falhas ou defeitos, respondendo à agressão com a mesma agressão e mascarando a realidade.
A realidade em curso
Os bolsonaristas como reprodutores do conceito nazista de brutalidade constante e sem fim vão precisar cair na real, que eles não admitem, porque os efeitos da vida real já causam estragos imensos na construção do futuro político à frente.
É certo que eles não vão deixar de tentar emplacar o primeiro princípio de Goebbels, mas com ou sem desistência de tática vão precisar cair na real, mesmo com a tentativa de manipulação de dados. Há reversão na conjuntura.
Voltaremos ao assunto.
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“O olho que existe / é o que vê”

