Por Paulo Francisco Monteiro Galvão Júnior (*)
Desde 1959, no Recife, o economista paraibano Celso Monteiro Furtado defendia que o Nordeste precisava assumir seu próprio destino, por meio de uma consciência crítica e de uma organização política autônoma, como caminho para superar a histórica condição de dependência econômica e desigualdade social. Mais de 60 anos depois, esse pensamento ganha novo fôlego com a oportunidade concreta de desenvolvimento sustentável ancorado em recursos naturais, capital humano e inovação tecnológica.
A região Nordeste possui uma área territorial de 1.558.291,6 km², o que representa 18,27% do território brasileiro. Essa extensão faz do Nordeste a terceira maior região do Brasil em área, atrás das regiões Norte e Centro-Oeste.
O Nordeste é composto por nove estados: Bahia (BA), Pernambuco (PE), Ceará (CE), Maranhão (MA), Rio Grande do Norte (RN), Paraíba (PB), Alagoas (AL), Piauí (PI) e Sergipe (SE). Trata-se de uma região de clima tropical, de extraordinária beleza, culturalmente vibrante, socialmente diversificada e historicamente marcada por profundas desigualdades econômicas.
Segundo estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para o ano de 2024, o Produto Interno Bruto (PIB) regional é de R$ 1,5 trilhão e que corresponde 12,82% do PIB nacional de R$ 11,7 trilhões. É a segunda região brasileira mais populosa, com uma população estimada em 57,1 milhões de pessoas em 2024, ou seja, 26,9% da população brasileira reside no Nordeste.
Com base nesses dados do IBGE, o PIB per capita do Nordeste é estimado em R$ 26.881,08 em 2024, refletindo o desempenho econômico da região em relação ao número de seus habitantes.
Este artigo apresenta um panorama atualizado da economia do Nordeste brasileiro, destacando os estados com maior PIB estimado para o ano de 2024. Além de revelar suas posições no ranking regional e nacional, oferece uma análise da participação relativa de cada estado na composição econômica da região. Por fim, propõe dez eixos estratégicos integrados voltados à transformação estrutural da economia nordestina ao longo do próximo decênio.
Ranking dos Estados Nordestinos por PIB Estimado em 2024
A economia nordestina é fortemente baseada na exploração de recursos naturais, como cana-de-açúcar, algodão e frutas tropicais, refletindo uma herança direta do processo de colonização portuguesa.
Além desses, destacam-se outros produtos primários para a dinâmica econômica da região, como mandioca, milho, feijão, soja, sisal, gesso, granito, sal marinho, carnaúba, babaçu, além de petróleo, gás natural e urânio.
Esses produtos primários não apenas sustentam a economia regional, mas também impulsionam as exportações e promovem o desenvolvimento de polos agroindustriais e extrativistas em diversos estados do Nordeste.
Os 1.794 municípios nordestinos enfrentam diuturnamente uma persistente gama de desafios socioeconômicos. Entre os problemas extremamente complexos estão a elevada taxa de pobreza e extrema pobreza; os altos índices de mortalidade infantil em comunidades vulneráveis; os elevados níveis de violência urbana e rural; altos índices de analfabetismo; o expressivo déficit habitacional; a precariedade nos serviços de saúde; o saneamento básico insuficiente; além da carência de infraestrutura logística adequada.
Diante das transformações socioeconômicas em curso nos maiores municípios nordestinos, como Formosa do Rio Preto (BA), Poço Redondo (SE), Mata Grande (AL), Petrolina (PE), Monteiro (PB), Mossoró (RN), Santa Quitéria (CE), Uruçuí (PI) e Balsas (MA), como também, nas capitais nordestinas, como Salvador (BA), Aracaju (SE), Maceió (AL), Recife (PE), João Pessoa (PB), Natal (RN), Fortaleza (CE), Teresina (PI) e São Luís (MA), é fundamental acompanhar como os nove estados nordestinos estão posicionados em termos de geração de riqueza.
O PIB funciona como termômetro central da atividade econômica, expressando o valor total de bens e serviços produzidos em determinado território ao longo de um período de tempo. A seguir, apresenta-se o PIB dos estados do Nordeste em 2024 com base nas estimativas do IBGE. O Quadro 1 detalha também o ranking de cada unidade federativa da região tanto no contexto regional quanto nacional, além de indicar sua participação percentual na composição total do PIB nordestino:
| Quadro 1: Ranking dos Estados Nordestinos por PIB Estimado em 2024 | ||||
| Ranking Nordestino | Ranking Nacional | Estado | PIB Estimado | Participação no
PIB do Nordeste |
| 1º | 7º | BA | R$ 483 bilhões | 33,7% |
| 2º | 10º | PE | R$ 288 bilhões | 20,1% |
| 3º | 13º | CE | R$ 221 bilhões | 15,4% |
| 4º | 17º | MA | R$ 145 bilhões | 10,1% |
| 5º | 18º | RN | R$ 100 bilhões | 7,0% |
| 6º | 19º | PB | R$ 94 bilhões | 6,6% |
| 7º | 20º | AL | R$ 85 bilhões | 5,9% |
| 8º | 21º | PI | R$ 78 bilhões | 5,4% |
| 9º | 24º | SE | R$ 61 bilhões | 4,3% |
| TOTAL | — | — | R$ 1,535 trilhão | 100% |
| Fonte: IBGE. | ||||
De acordo com o IBGE, a Bahia apresenta um PIB estimado em R$ 483 bilhões, consolidando-se como a maior economia do Nordeste e a sétima maior do Brasil. O estado destaca-se por sua ampla diversificação setorial, com forte presença da indústria petroquímica no Polo Industrial de Camaçari, além de atividades na agropecuária, como soja, milho, algodão, feijão e carne caprina e frutas tropicais, como manga, maracujá, banana e cacau.
A Bahia com o maior litoral nordestino também se sobressai no setor de turismo, com expressiva oferta cultural, histórica e de eventos, e atrai significativa demanda do turismo internacional. Além disso, o estado vem ampliando a geração de energias renováveis, especialmente solar.
Pernambuco alcançou um PIB estimado de R$ 288 bilhões no ano de 2024. É a segunda maior economia da região, com destaque para a indústria da construção civil, de alimentos e automobilística, o Porto de Suape, o Aeroporto Internacional de Recife, e os serviços tecnológicos na capital pernambucana, além de polos em saúde e educação. Tem avançado também na fruticultura irrigada, com coco da baía, castanha de caju, manga, uva e melão.
O estado do Ceará atingiu um PIB de R$ 221 bilhões. É a terceira maior economia regional. Destaca-se pela indústria têxtil, investimentos em energias solar e eólica, tecnologia da informação (TI), e crescente atração de turismo internacional. O Porto do Pecém é estratégico para exportações cearenses, sobretudo de frutas, como melão, melancia, manga e castanha de caju.
O Maranhão possui um PIB em R$ 145 bilhões, com destaque para os setores de extração mineral, agronegócio e logística portuária. A mineração, com ênfase em ferro e manganês, impulsiona as exportações e atrai investimentos nacionais e estrangeiros. O agronegócio se expande no sul do estado, especialmente na produção de soja, milho e algodão, além da pecuária bovina. A indústria ainda é moderada, mas cresce em sinergia com os demais setores.
O Porto de Itaqui é peça-chave da economia maranhense, movimentando milhões de toneladas em cargas e consolidando o estado como corredor logístico do Norte e Nordeste. O setor de serviços se fortalece nas regiões metropolitanas, com destaque para comércio e transportes. A economia maranhense mostra sinais de diversificação, com forte potencial em energias renováveis. Essa combinação posiciona o Maranhão como um centro estratégico no cenário agroexportador e mineral do país.
Rio Grande do Norte alcançou um PIB de R$ 100 bilhões. Com forte produção de petróleo em terra, energia eólica, extração de sal marinho, algodão, e turismo internacional, consolidado em Natal. Possui polos em indústria leve e agricultura irrigada e forte produção de camarão e lagosta.
Em 2024, o estado da Paraíba registrou um PIB de R$ 94 bilhões, é o sexto maior do Nordeste, com a economia concentrada no setor de serviços, responsável por mais de 81% do PIB estadual. Investimentos estão em andamento, como o Polo Turístico do Cabo Branco, a expansão de data centers e a geração de empregos em call centers e serviços especializados.
Campina Grande se consolida como polo de inovação tecnológica e transformação digital, impulsionando a economia paraibana. Enquanto, em João Pessoa, o turismo tem se expandido, com impacto direto nas atividades de hospedagem, alimentação, transporte, receptivo e comércio. Destaca-se também o aquecimento do setor imobiliário na capital paraibana, impulsionado pela valorização urbana, pelo crescimento do turismo nacional e pelo aumento da demanda por empreendimentos residenciais e comerciais.
Alagoas, com PIB estimado em R$ 96 bilhões em 2024, destaca-se pela forte presença dos setores de serviços, indústria e agropecuária. A tradicional indústria sucroalcooleira ainda lidera o agronegócio alagoano. O turismo gera milhões de reais em receitas e milhares de empregos, especialmente no litoral norte. A rede hoteleira se expande, refletindo o interesse crescente por destinos como Maceió, Maragogi e São Miguel dos Milagres.
Além disso, o setor de serviços representa mais de 70% da economia alagoana, puxado por comércio, saúde e educação. A indústria vem se diversificando com petróleo, gás e construção civil ganhando espaço. A cana-de-açúcar segue como carro-chefe do campo.
O Piauí alcançou um PIB de R$ 78 bilhões em 2024, impulsionado principalmente pela expansão da agropecuária e pelo avanço das energias renováveis (solar e eólica). A produção de soja, milho e mel de abelha, consolidou o estado como destaque no agronegócio nordestino. Municípios piauienses, como Ribeiro Gonçalves e Uruçuí, lideram em produtividade agrícola e geração de empregos formais.
A energia solar tem ganhado protagonismo, com a instalação de grandes usinas fotovoltaicas. O setor de serviços ainda é o mais representativo da economia piauiense, respondendo por mais de 70% do PIB. O Piauí caminha para consolidar-se como polo agroenergético e logístico do Nordeste.
Sergipe, com PIB estimado em R$ 61 bilhões em 2025, é o menor da região Nordeste, mas apresenta uma economia diversificada e estratégica. A produção de petróleo e gás natural é o principal motor industrial, com destaque para os campos em terra firme, responsáveis por mais de 98% da produção estadual. A capital Aracaju concentra os serviços públicos e privados, além de ser polo de comércio, educação e saúde. O setor de serviços representa mais de 70% do PIB estadual. A indústria responde por cerca de 22%, com crescimento em eletricidade, gás e construção civil.
O setor de turismo em Sergipe tem ganhado destaque, impulsionado pelas praias urbanas de Aracaju e por atrativos naturais de grande apelo, como o Cânion do Xingó. No Agreste sergipano, a bacia leiteira se sobressai como um importante polo produtivo, com foco tanto no consumo interno quanto no abastecimento da indústria de laticínios. Já a agropecuária, embora represente cerca de 6% do PIB estadual, mantém relevância econômica por meio do cultivo de culturas tradicionais como milho, laranja e cana-de-açúcar.
Dez Eixos Estratégicos Integrados para Transformar o Panorama Econômico Nordestino nos Próximos Dez Anos
As desigualdades sociais, a baixa escolaridade, o sistema de saúde precário, a infraestrutura logística deficitária e a vulnerabilidade climática, como La Niña que geralmente traz mais chuvas no Nordeste e El Niño que provoca mais seca na região, elas provocam sérios problemas nos nove estados nordestinos.
Hoje, proponho dez eixos estratégicos integrados, com clareza, coerência e alto potencial transformador, visando impulsionar o desenvolvimento sustentável da região nos próximos dez anos:
Fortalecer o sistema público de saúde, com foco na atenção básica e na promoção da saúde preventiva para a população idosa. O Nordeste ocupa a quarta posição entre as regiões brasileiras em termos de longevidade, com média de 75,2 anos, resultado de avanços no sistema de saúde e de uma cultura que valoriza os laços sociais e familiares.
No entanto, a região ainda enfrenta desafios nas áreas rurais, onde há escassez de profissionais e infraestrutura médico-hospitalar adequada. Torna-se urgente, a fixação de médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e demais profissionais da saúde na zona rural, assegurando acesso contínuo aos serviços de saúde de qualidade.
Impulsionar o agronegócio sustentável, promovendo inovação tecnológica, rastreabilidade, biotecnologia e práticas de baixo carbono. Apesar do avanço no MATOPIBA, a agronegócio ainda carece de assistência técnica, crédito, máquinas e equipamentos, irrigação e acesso a mercados, além do problema da baixa produtividade agropecuária em vários municípios nordestinos, pois falta o maior uso de tecnologia na agropecuária com Inteligência Artificial (IA), drones, sensores, notebooks e hidrômetros;
Expandir a infraestrutura logística, o transporte é fundamental para o crescimento econômico do Nordeste. São necessários novos investimentos em ferrovias, hidrovias, rodovias, portos e aeroportos. Os altos custos logísticos limitam a competitividade das exportações, a produtividade das empresas e o escoamento da produção agropecuária e industrial;
Ampliar a educação técnica, com foco na formação de mão de obra qualificada, é uma estratégia essencial para impulsionar a produtividade, a inovação tecnológica e a inclusão social. A educação é um pilar fundamental do desenvolvimento sustentável, mas, no Nordeste, a prevalência de pessoas com 25 anos ou mais sem instrução formal ultrapassa os 10%;
Fomentar a inovação tecnológica, apoiando centros de pesquisa, parques tecnológicos e digitalização de setores produtivos. A concentração de investimentos em poucos polos urbanos e a escassez de capital humano qualificado são entraves à difusão da inovação tecnológica, que gera ganhos de competitividade e de produtividade;
Estimular o surgimento de novas micro e pequenas empresas (MPEs) por meio da redução da burocracia, da ampliação do acesso ao microcrédito e da oferta de capacitação profissional contínua. Essas medidas fortalecem o ambiente de negócios, promovem a formalização e ampliam as oportunidades de geração de renda, especialmente nos municípios, onde a informalidade ainda predomina, refletindo barreiras estruturais, como baixa escolaridade, acesso limitado a crédito e desconhecimento sobre os benefícios da formalização;
Desenvolver a economia verde, com foco em energias renováveis, reflorestamento e hidrogênio verde. O Nordeste lidera a produção de energia eólica no Brasil, mas enfrenta gargalos de transmissão que limitam seu potencial. O licenciamento ambiental ainda é complexo, embora avanços como normas para projetos offshore estejam em curso. Já as comunidades locais demandam maior inclusão e benefícios diretos dos empreendimentos;
Incentivar as startups, especialmente em capitais e cidades médias. A criação de ecossistemas inovadores requer articulação entre universidades, setor privado e governos, além de acesso a infraestrutura digital;
Expandir o comércio exterior com foco em valor agregado, com diversificação de mercados e promoção de produtos. A atual dependência de commodities primárias e o baixo grau de industrialização limitam o potencial exportador da região, tornando-a vulnerável a oscilações de preços internacionais.
Apesar de avanços recentes, o Nordeste ocupa apenas a quarta posição nacional tanto em valor total das exportações quanto das importações, refletindo desafios estruturais na inserção internacional da economia nordestina; e Investir no turismo, protegendo as suas águas mornas, valorizando a rica cultura nordestina e a biodiversidade. Apesar do crescimento do setor turístico, ainda há carência de infraestrutura aeroportuária, qualificação profissional e estratégias de descentralização para além do turismo de sol e praia.
Considerações Finais
Concluindo, o cenário econômico do Nordeste em 2024 confirma a concentração da produção regional em três estados, Bahia, Pernambuco e Ceará, que somam 69,2% do PIB nordestino.
Em contrapartida, os três estados nordestinos mais pobres, Sergipe, Piauí e Alagoas, juntos representam 15,6% da riqueza gerada, enfrentando desafios históricos, como baixa industrialização e dependência de repasses federais.
O Nordeste é a região mais antiga do Brasil e a terceira região mais rica do país, atrás das regiões Sudeste e Sul. Em plena Quarta Revolução Industrial e sofrendo com as mudanças climáticas, a construção de um Nordeste mais próspero, justo e sustentável exige uma nova agenda de desenvolvimento, em minha opinião, baseada nos dez eixos estratégicos integrados para transformar o panorama econômico nordestino nos próximos dez anos.
O Nordeste enfrenta desafios estruturais profundos, como a extrema pobreza, a desigualdade social e o desemprego, e resiste também as mudanças climáticas.
Segundo dados do IBGE e do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), a região apresenta indicadores preocupantes: O Maranhão possui a segunda maior taxa de extrema pobreza do Brasil no ano de 2025; A Bahia é o estado brasileiro com o maior número absoluto de beneficiários do PBF em 2025; E Pernambuco registra a maior taxa de desocupação do país, alcançando 11,6% no primeiro trimestre de 2025.
Em maio de 2025, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), os percentuais de pessoas com renda formal na faixa etária de 25 a 59 anos foram os seguintes: MA (24,83%), PI (29,80%), PB (30,92%), BA (32,99%), CE (33,94%), AL (34,07%), SE (34,87%), PE (35,89%) e RN (35,92%).
De acordo com o IBGE, entre 31 de julho de 2017 e 1 de agosto de 2022, 1.342.295 nordestinos emigraram de sua região — rica em sol, natureza, cultura, culinária e afeto — em busca de novas oportunidades de emprego e de melhores condições de vida. Os estados com maior número de emigrantes são: BA (327.323), MA (259.886), PE (187.131), CE (136.488), AL (117.402), PI (100.877), PB (88.743), RN (66.080) e SE (58.365).
Com certeza, não é fácil para o nordestino deixar sua terra linda, ensolarada e alegre. Trocar esse calor, tanto do clima quanto das pessoas, por destinos frios e marcados pela ausência de afeto, é um preço alto a se pagar na busca por melhor qualidade de vida.
Ainda assim, o coração nordestino segue pulsando forte, levando consigo a lembrança viva de suas raízes, de belíssimas praias com águas mornas e do calor humano inigualável de sua gente.
Segundo dados recentes do IBGE, a Paraíba foi o único estado do Nordeste a registrar saldo migratório positivo nos últimos cinco anos.
O estado recebeu cerca de 31 mil novos moradores, com destaque para migrantes provenientes de São Paulo, Pernambuco e Rio de Janeiro. Este foi o primeiro crescimento migratório na terra onde o Sol nasce primeiro nas Américas e do Maior São João do Mundo desde 1991. A Paraíba é o melhor estado do Nordeste em qualidade de vida, de acordo com o Índice de Progresso Social (IPS) Brasil 2025.
Conclui-se, portanto, que é fundamental realizar uma gestão eficiente dos recursos naturais, investir em capital humano e estimular fortemente a inovação tecnológica no Nordeste. Essas ações são estratégicas para garantir a sustentabilidade ambiental, impulsionar a competitividade, incrementar a produtividade e promover um crescimento econômico duradouro e inclusivo.

