Campanha do presidente prepara ofensiva por novas alianças no segundo turno e pretende apresentar a disputa contra Flávio Bolsonaro como um confronto entre projetos distintos para o futuro do país
“Nós vamos conversar com todas as lideranças que queiram construir um Brasil que não se entregue às milícias”, afirmou Edinho. O dirigente petista disse que a campanha buscará interlocução com forças políticas dispostas a discutir o futuro do país, independentemente das posições assumidas na primeira etapa da eleição.
A campanha considera que o segundo turno abre uma nova etapa da disputa, na qual Lula e Alckmin procurarão evidenciar as diferenças entre os dois projetos que chegaram à votação decisiva. “O segundo turno é uma outra eleição. Nós sabemos que é uma eleição de confronto direto de projetos”, afirmou Edinho após reunião da coordenação da campanha em Brasília.

