CAIXA registra lucro líquido recorrente de R$ 3,9 bilhões no 2T26 e R$ 7,4 bilhões no 1S26

Resultado do período foi acompanhado pela expansão da carteira de crédito, da captação e das receitas de prestação de serviços

A CAIXA alcançou lucro líquido recorrente de R$ 3,9 bilhões no 2T26, crescimento de 5,9% em relação ao 2T25. No 1S26, o lucro líquido recorrente totalizou R$ 7,4 bilhões, redução de 17,6% em 12 meses. O resultado foi acompanhado pela expansão da atividade de crédito e da geração de receitas.

A receita da intermediação financeira alcançou R$ 68,7 bilhões no 2T26 e R$ 133,7 bilhões no 1S26, crescimento de 14,4% e 16,2%, respectivamente. No mesmo período, a margem financeira atingiu R$ 19,7 bilhões no 2T26 e R$ 37,9 bilhões no 1S26, com crescimento de 20,2% e 16,0%, enquanto as receitas de prestação de serviços somaram R$ 7,6 bilhões no 2T26 e R$ 14,9 bilhões no 1S26, respectivamente, aumento de 12,9% e 12,7%.

As despesas administrativas somaram R$ 11,4 bilhões no 2T26 e R$ 23,0 bilhões no 1S26, crescimento de 5,9% e 6,0% em relação aos períodos correspondentes de 2025. O índice de eficiência operacional recorrente encerrou o semestre em 52,3%, ante 54,6% no 1S25, redução de 2,3 p.p. em 12 meses.

Crédito e Qualidade da Carteira

A carteira de crédito alcançou R$ 1,448 trilhão em Jun26, crescimento de 11,9% em relação a Jun25. O saldo da carteira imobiliária atingiu R$ 1,005 trilhão, expansão de 15,0% em 12 meses, enquanto as carteiras comercial, de infraestrutura e de agronegócio totalizaram R$ 270,4 bilhões, R$ 110,5 bilhões e R$ 62,3 bilhões, respectivamente.

As contratações de crédito totalizaram R$ 365,6 bilhões no 1S26, crescimento de 16,3% em relação ao 1S25. O crédito comercial respondeu por 58,4% do volume contratado no período, com R$ 213,4 bilhões e crescimento de 8,1% na comparação anual.

As contratações imobiliárias somaram R$ 137,6 bilhões, aumento de 29,3%, enquanto infraestrutura e agronegócio registraram volumes de R$ 8,7 bilhões e R$ 6,0 bilhões, com crescimento de 82,6% e 4,6%, respectivamente.

O índice de inadimplência encerrou Junho26 em 3,64%, aumento de 0,98 p.p. em relação a Junho25 e redução de 0,07 p.p. sobre Março26. O índice de provisão encerrou Junho26 em 4,8%, alta de 0,5 p.p. em relação a Junjo25 e de 0,03 p.p. em relação a Março26.

A carteira mantém perfil concentrado em operações de menor risco, com 91,0% do saldo classificado em Estágio 1 e predominância de operações garantidas, especialmente na carteira imobiliária.

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Walter Santos

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