A Paraíba alcançou, pelo segundo ano consecutivo, a melhor colocação do Nordeste no ranking de qualidade de vida do Índice de Progresso Social (IPS) Brasil 2026, divulgados nesta quarta-feira (20), com 62,39 pontos em uma escala de 0 a 100.
No cenário nacional, a Paraíba aparece na 11ª posição entre os estados brasileiros, próxima da média nacional, que foi de 63,40 pontos. No Nordeste o estado lidera, seguido por Sergipe (62,10), Rio Grande do Norte (61,83) e Ceará (61,22). Na parte inferior da lista aparecem Bahia (58,72) e Maranhão (57,59).
Levantamento
O levantamento avalia os 26 estados, o Distrito Federal e os 5.570 municípios brasileiros a partir de indicadores sociais e ambientais que vão além do Produto Interno Bruto (PIB).
O IPS é dividido em três dimensões principais: Necessidades Humanas Básicas, Fundamentos do Bem-Estar e Oportunidades, considerando fatores como acesso à saúde, educação, moradia, segurança, inclusão social e qualidade ambiental.
Pontuações das Unidades da Federação no IPS Brasil 2026
- Distrito Federal — 70,73
- São Paulo — 67,96
- Santa Catarina — 65,58
- Paraná — 65,21
- Minas Gerais — 64,66
- Goiás — 64,52
- Mato Grosso do Sul — 64,14
- Espírito Santo — 63,61
- Rio de Janeiro — 63,47
- Rio Grande do Sul — 63,39
- Paraíba — 62,39
- Sergipe — 62,10
- Rio Grande do Norte — 61,83
- Mato Grosso — 61,38
- Ceará — 61,22
- Pernambuco — 60,58
- Tocantins — 60,50
- Piauí — 60,48
- Roraima — 59,65
- Amazonas — 59,34
- Alagoas — 58,97
- Bahia — 58,72
- Rondônia — 58,60
- Amapá — 58,10
- Acre — 58,03
- Maranhão — 57,59
- Pará — 55,80
Capitais
A capital paraibana também obteve destaque nacional. João Pessoa alcançou 67,73 pontos e ficou na 9ª posição entre as capitais brasileiras com melhor qualidade de vida. No Nordeste, foi a capital mais bem colocada no levantamento, à frente de Natal (66,82), Aracaju (66,35), Teresina (66,02) e São Luís (65,64).
No ranking geral das capitais, Curitiba lidera com 71,29 pontos, seguida por Brasília (70,73) e São Paulo (70,64). Já os menores índices foram registrados em Porto Velho (58,59), Macapá (59,65), Maceió (61,96) e Salvador (62,18).
O IPS Brasil é desenvolvido por organizações como Imazon, Fundação Avina, Amazônia 2030, Centro de Empreendedorismo da Amazônia e Social Progress Imperative.

