Atlas/Bloomberg indica empate técnico de Lula com principais nomes da direita no 2º turno

Levantamento revela disputa equilibrada e cenário ainda indefinido

 

Pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta terça-feira (28) aponta que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece em empate técnico com diferentes nomes da direita em projeções de segundo turno, dentro da margem de erro de 1 ponto percentual.

Na simulação contra o senador Flávio Bolsonaro, o cenário é de praticamente empate: o parlamentar soma 47,8% das intenções de voto, enquanto Lula registra 47,5%. Nesse recorte, 4,7% dos entrevistados afirmam votar em branco, nulo ou dizem não saber.

Em um eventual confronto com o ex- governador Romeu Zema (MG),  o presidente aparece numericamente à frente, com 47,4%, ante 46,5% do ex-governador. Já os votos brancos, nulos e indecisos chegam a 6,1%.

O levantamento também testou o nome do ex-presidente Jair Bolsonaro, que está inelegível. Nesse cenário, Lula tem 48% das intenções de voto, contra 46,8% de Bolsonaro, mantendo-se igualmente em empate técnico. O grupo de indecisos ou que optam por branco e nulo soma 5,2%.

Contra o ex- governador de Goiás, Ronaldo Caiado, Lula registra 46,8%, enquanto o adversário aparece com 42,2%. Aqui, o percentual de indecisos e votos não válidos é mais elevado, alcançando 11%.

O maior distanciamento ocorre na simulação com Renan Santos: Lula soma 47,1% das intenções de voto, frente a 29,5% do adversário, com 23,5% entre indecisos, brancos e nulos.

Ambiente competitivo

Mesmo com vantagem numérica em parte dos cenários, o presidente permanece dentro da margem de erro em relação aos principais nomes testados, o que aponta para uma disputa ainda aberta e com forte influência do eleitorado indeciso.

Metodologia

O levantamento ouviu 5.008 pessoas entre os dias 22 e 27 de abril, por meio de recrutamento digital aleatório (Atlas RDR). A margem de erro é de um ponto percentual, com nível de confiança de 95%.

A pesquisa foi realizada com recursos próprios e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-07992/2026.

*Com informações da CNN Brasil.
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Luciana Leão

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