Nunes Marques determina a suspensão do Exército de Lula, administrado por Janones

Decisão de Nunes Marques atinge espaço com mais de 3 milhões de seguidores e impede novas publicações até o fim do segundo turno

247 – O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, determinou neste domingo (11) a suspensão do canal “Exército do Lula” no WhatsApp, administrado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG). A decisão atende a um pedido do senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), que acusou o espaço de promover a disseminação coordenada de informações falsas contra sua candidatura. O canal reúne mais de 3 milhões de seguidores e é utilizado para mobilizar apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições.

247 – O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, determinou neste domingo (11) a suspensão do canal “Exército do Lula” no WhatsApp, administrado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG). A decisão atende a um pedido do senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), que acusou o espaço de promover a disseminação coordenada de informações falsas contra sua candidatura. O canal reúne mais de 3 milhões de seguidores e é utilizado para mobilizar apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições.

Na avaliação de Nunes Marques, o canal funcionava como uma estrutura centralizada de distribuição de conteúdos políticos, incluindo publicações que já haviam sido consideradas irregulares pela Justiça Eleitoral. O magistrado entendeu que a circulação coordenada dessas mensagens justificava uma intervenção diretamente sobre o espaço utilizado para divulgá-las.

Na avaliação de Nunes Marques, o canal funcionava como uma estrutura centralizada de distribuição de conteúdos políticos, incluindo publicações que já haviam sido consideradas irregulares pela Justiça Eleitoral. O magistrado entendeu que a circulação coordenada dessas mensagens justificava uma intervenção diretamente sobre o espaço utilizado para divulgá-las.

A representação também questionou conteúdos que atribuíam ao presidenciável planos de reduzir aposentadorias, benefícios assistenciais e reajustes do Bolsa Família. Essas afirmações foram apresentadas pela defesa de Flávio como exemplos de desinformação eleitoral.

Nunes Marques considerou que a retirada isolada de publicações não seria suficiente para impedir a continuidade da circulação do material questionado, diante da velocidade de compartilhamento e da capacidade de mobilização do canal.

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Walter Santos

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