A Revista NORDESTE apresenta, nesta edição, a de número 226, uma leitura abrangente dos desdobramentos da COP30, realizada em Belém, e de como o evento reacendeu o debate climático, político e econômico no país. A decisão do governo brasileiro de manter a conferência na Amazônia consolidou a posição do Brasil como articulador global, ao mesmo tempo em que abriu espaço para a ação dos estados nordestinos.
Durante a COP, cientistas criticaram a ausência da expressão “combustíveis fósseis” no texto final — um alerta que aponta para o descompasso entre ciência e diplomacia e reforça o desafio de cumprir a meta de 1,5°C.
Nos bastidores, o Consórcio Nordeste ganhou destaque com o Plano de Transformação Ecológica, que projeta um novo modelo econômico baseado em energia limpa, bioeconomia, inovação e inclusão. O documento foi bem recebido por especialistas internacionais e reforça o protagonismo regional na agenda verde.
A edição também aborda a chegada de grandes data centers ao Nordeste – tendência que combina tecnologia, energia renovável e riscos ambientais – e destaca o algodão colorido como símbolo da produção sustentável brasileira, com forte expansão no mercado internacional.
E mais: Nas páginas azuis, entrevista exclusiva com o presidente do Tribunal de Contas da União (TCU) paraibano Vital do Rêgo.
O conjunto das reportagens mostra um Nordeste conectado às grandes discussões globais, como aborda o superintendente da Sudene, Francisco Ferreira Alexandre, em entrevista exclusiva. O Nordeste articulando políticas, ciência e economia para assumir papel central no futuro climático do país.
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Boa leitura!

