Entrevista publicada na edição 218 da Revista NORDESTE. Leia abaixo ou acesse pelo APP clicando aqui
Walter Santos
O universo sócio – econômico do Brasil convive há algum tempo afetado com os números de lucratividade com índices relevantes da Caixa Econômica Federal em 2024 atendendo às exigências do mercado financeiro, quando se refere especificamente a lucros financeiros, embora os índices sociais da CEF revelem muito maior força e influência na vida das pessoas em muitos municípios do país. A dimensão é muito mais abrangente do que o resumo financeiro e só.
Este é o resumo do que a reportagem da Revista NORDESTE revela diante dos programas sociais envolvendo Bolsa Família, “, Minha Vida”, Pé de Meia, FIES, Garantia Safra, Auxílio Gás, Bolsa Atleta, Bolsa Verde, microcrédito nacional, Pronasci, etc – todos representam incremento transformador de realidades em nível de País.
Na prática, conforme os dados consolidados na conjuntura, a Caixa é o mais importante banco governamental atuando e resolvendo muitos dramas sociais por quanto seus investimentos nos programas sociais significam incremento e solução em nível especial, sem o qual o Brasil estaria em situações difíceis.
A OPINIÃO DO PRESIDENTE

Ainda repercute a fala do presidente da CEF, Carlos Vieira, na sede do banco numa das agências da Avenida Paulista, em São Paulo, avaliando e projetando os efeitos do balanço de 2024.
Ele destaca: “sejam bem-vindos à apresentação de resultados da Caixa do quarto trimestre de 2024”, diz ele para adiantar: “2024 foi um ano transformador para a Caixa. Investimos em pessoas, aprimoramos nossos processos, reposicionamos o banco e, como resultado, alcançamos marcos significativos em nossa trajetória“.
Ele lembrou que “convidamos a conferir o balanço do ano de 2024 com os números e histórias que impulsionam a Caixa. Nosso propósito é transformar a vida das pessoas e é com essa missão que olhamos para o futuro”, observou.
TRANSFORMAÇÃO
Carlos Vieira foi cirúrgico em sua explicação: “A transformação digital já é uma realidade. Tivemos o maior investimento em tecnologia de toda a nossa história. Com o lançamento do programa de transformação digital Caixa, estamos promovendo melhorias significativas em nossos canais de atendimento“.
E acrescenta: “Nesta jornada, o cliente está no centro de nossas decisões. São várias soluções digitais, como a contratada de startups para inovação no setor financeiro, a criação do Hub Gov Tech, pioneira no Brasil com foco em soluções para o governo, squads de inovação e sandbox Caixa, que impulsionam agilidade aos negócios e experimentação de soluções inovadoras ao cliente e ao mercado. Além da ampliação das agências digitais, entre outras ações que impactaram na migração do atendimento presencial para os canais”.
EFEITOS REAIS
Segundo ele, há efeitos concretos na realidade: “Com toda essa evolução, nós mudamos, reafirmamos o nosso compromisso com o desenvolvimento do país e a inclusão social. E foi lançado o pacote digital MEI e serviços exclusivos, mais brasileiros empreendendo e colocando em prática a força e a criatividade do nosso país. Milhares de empreendedores, como o Eduardo, contaram com o crédito da Caixa para crescer. Certo, Eduardo? Quando quiser dar um passo maior, procure a Caixa, que é o banco certo para empreender”.
MICROCRÉDITO
Ele projeta avanços: “Em 2025, teremos ainda mais investimentos e acesso ao microcrédito, mais recursos e, é claro, mais oportunidades. Além de apoiar a geração de renda do povo brasileiro, proporcionar um lar digno é a essência da Caixa. No último ano, mais de 3 milhões de pessoas conquistaram a casa própria e 1,9 milhão de empregos foram gerados”.
No entendimento do presidente há desdobramentos: “Para os contratos realizados com o orçamento geral da União, em parceria com o governo federal, foram retomados programas mais de 1.000 obras. E tem mais, tivemos um resultado recorde com quase 8 bilhões do fundo de investimento imobiliário Porto Maravilha. E vamos aos sociais: concentrados mais de 404 bilhões de pagamentos em benefícios sociais”.
Ele observa os números dos programas sociais:
“Só no Bolsa Família, 23 milhões de famílias foram beneficiadas e não poderiam faltar a destinação social de mais de 12 bilhões feitas pelas loterias para investimentos no Brasil. A Caixa também está ao lado da educação, fortalecendo a inclusão financeira e ajudando a manter os jovens na escola. Mais de 4 milhões de estudantes das escolas públicas foram beneficiados pelo PED do Governo Federal, e com o FIES, mais de 11 bilhões foram renegociados”.
Um registro do lado popular
REPERCUSSÃO
O presidente expõe desdobramentos impactantes:
“Estamos lado a lado de cada brasileiro, presentes com mais de 26.000 pontos de atendimento, sejam agências, loterias, correspondentes bancários, agências barco, trânsitos. E agora, com a parceria dos Correios, somam-se esforços nos atendimentos ao cidadão. Inclusão e sustentabilidade. Com o fundo socioambiental, a Caixa apoia projetos de inclusão socioeconômica, inovação e desenvolvimento sustentável. Somos uma das empresas com a melhor satisfação ESG do Brasil. E sabe o que também é ser sustentável? Investir no esporte e na cultura. 758.000 visitantes passaram pelas unidades da Caixa Cultural no Brasil, fruto de um investimento de mais de 60 milhões em cultura.
Conforme informado, o país precisa conhecer novos números:
NÚMEROS OLÍMPICOS
Carlos Vieira ainda destacou:
“Esse compromisso se refletiu em um feito histórico. 2024 marcou o recorde de medalhas do Brasil nas Paralimpíadas de Paris, uma conquista completa para o Comitê Paralímpico Brasileiro, parceiro da Caixa desde 2004. No incentivo ao esporte, da base ao topo, a Caixa fechou o patrocínio com o Comitê Brasileiro Olímpico para o ciclo de 2024 a 2028, liderando ao lado dos atletas brasileiros, impulsionando sonhos e conquistas”, frisou.
Ele destacou:
“Ufa, que ano, hein? Sonhos realizados, realidades transformadas, mais dinheiro circulando no Brasil. É uma Nova Caixa. Tudo isso é resultado de um trabalho inovador, feito com a dedicação incansável dos nossos trabalhadores para toda a sociedade brasileira. Juntos continuaremos avançando, unidos pelo mesmo propósito, transformar a vida dos brasileiros. É isso que fazemos todos os dias.
Para o presidente é preciso registrador: “Os resultados da Caixa do quarto trimestre de 2024 estão sendo apresentados agora pelo presidente da Caixa, Carlos Vieira, e pelo vice-presidente de finanças e controladoria, Marcos Brasileiro Rosa. A coletiva de imprensa com as perguntas dos jornalistas será feita após a exposição dos resultados”.
RESULTADO DA EQUIPE
O presidente agradeceu a “presença dos executivos da Caixa, executivos e executivos que, juntamente com os colegas que nos observaram externamente, foram responsáveis por esses resultados. Agradecer a presença da imprensa, que fez uma cobertura tão importante para a Caixa naquele momento. Podermos estar com vocês trazendo esses resultados, os resultados do ano de 2024. Que foram realmente significativos e expressivos para o resultado da classe. É, nós temos nesse primeiro momento uma divisão de diálogo com vocês, em dois momentos: eu falo alguma coisa e depois o nosso vice-presidente de finanças, Marcos Brasileiro, colocandonas informações mais planejadas do ponto de vista dos resultados econômico-financeiros da empresa”.
Para o presidente “Classicamente, um banco tem um papel exatamente de fazer o equilíbrio da economia, fazendo com que o lado superavitário da economia, ele de uma certa forma equilibra a economia, levando para o lado, que tem um certo déficit, seja ele do ponto de vista da necessidade de crédito ou outra necessidade, fazendo esse papel de equilíbrio da economia. Os bancos têm um papel fundamental, e no caso da Caixa, quando no propósito fala transformar a vida dos brasileiros é diferente. Isso não é propósito hoje, no novo propósito do planejamento estratégico da Caixa. É isso que a gente se propõe a fazer, uma coisa que a empresa já vem fazendo há 164 anos e que a gente quer continuar fazendo, inspirado.
TRANSFORMAR VIDAS
Conforme destacado, “Todo mundo sabe da gênese da história da Caixa, que começou no dia 12 de janeiro de 1861, e ela começou com esse propósito, de transformar a vida dos brasileiros dentro das suas carências sociais daquela época, sendo um indutor inclusive da transformação de vidas, inclusive dos escravos, proporcionando a oportunidade de eles comprarem sua carta de alforria a partir do depósito que eles faziam na Caixa Econômica Federal.
E acrescentou:
“Hoje a gente continua com propósito muito semelhante, mas com outros focos. E eu vou tentar passar a todos uma percepção estratégica do que a gente tá querendo e está fazendo nesse sentido. Aí eu vou deixar um pouco mais a exploração dos números para que o nosso vice-presidente de finanças, Marcos Brasileiro o faça, mas eu queria deixar muito marcado, essa percepção do papel que a Caixa Econômica e os demais bancos, mais estamos falando nesse momento da Caixa, tem na microeconomia do país”.
Ele exerce:
“E o quanto essa participação, ela pode ser transformadora do ponto de vista dos elementos indutores do desenvolvimento. Então, nossa agenda é exatamente isso. O porque que nós estamos aqui por essa agenda que eu faço é por você, por todo Brasil. Aí a gente vai fazer alguns, trazer alguns destaques sobre esses aspectos e depois a gente entra um pouco mais detalhadamente nas questões do desempenho financeiro da Caixa, e aí a gente entra para aquela questão do bate-papo, principalmente com os nossos jornalistas, o pessoal da mídia que está prestigiando naquele momento, né? Que nós já agradecemos antecipadamente.
LUCRO
Ele repercutiu:
“O lucro recorrente de 14 bilhões, nós estamos numa escalada de crescimento do lucro recorrente, é muito importante que a gente dê ênfase ao lucro recorrente, que ele é produto exatamente do esforço das atividades-fim do banco. Nós relatamos um crescimento aí de 32%, muito importante, com destaque aí para o crédito imobiliário. Nós temos uma composição de carteira que tem gente e cresceu mais do que o mercado. No crédito imobiliário, crescemos mais do que o crescimento médio dos créditos do país, isso é muito significativo. O ROE também é muito significativo do ponto de vista do seu crescimento, da sua posição, comparativamente com 2023. Mas a gente precisa fazer mais.
TRANSFORMAÇÃO
Ele acrescentou: “Desde que começamos essa jornada, a gente falou de que a Caixa iria entrar na transformação numa digital e trazer a cultura digital para o nosso ambiente. Estivemos com a presença do Pedro, que é o nosso vice-presidente que está respondendo hoje pela tecnologia, ele tem sido o grande timoneiro dessa transformação. É, essa transformação ela é impactante. Eu costumo trazer alguns exemplos dessa transformação, a partir de algumas definições, coisas que já aconteceram no passado. No período recente, quando falo do passado, estou falando do ano de 2024, onde tivemos a oportunidade de fazer milhares de pagamentos, inclusive situações muito extremas da necessidade de distribuição de renda dentro da população, como foi o caso específico no Rio Grande do Sul, onde a Caixa fez essa distribuição e tivemos a oportunidade de ter em alguns momentos, Renan, o outro colega também muito importante nesse processo, estar aqui presente conosco, onde fizemos milhares de pagamentos milhares, não, milhões de pagamentos e sem ter fila”.
Vanguarda digital já
BIOMETRIA
Ele justificou: “Porque foi exatamente 2024, que nós colocamos em funcionamento a questão da biometria. A biometria foi um grande divisor de águas nessa questão do atendimento na Caixa. Nós estamos cada vez mais aprimorando essa questão. Isso tem uma simbologia do ponto de vista da transformação digital da empresa. Então, a aplicação da biometria como algo que reduz a localização das pessoas, às nossas unidades, por exemplo, pois com a biometria na precisa. Basta atualizar a senha e todas as vezes que você precisar fazer uma atualização do Bolsa Família, por exemplo isso será possível”.
Para ele há explicação: “Então, isso reduz o custo de colocação das famílias, ajuda a economia local a circular. A gente vai falar um pouco sobre isso. Mas o que é que eu quero deixar aqui? É de que você pode ser um banco social, transformador da sociedade com alta tecnologia envolvida nos processos desse banco. Nós vamos falar também dessa questão quando a gente um pouco mais na frente sobre o microcrédito e o quanto a gente tá fazendo diferença inicialmente nesse processo e o quanto ele ainda vai crescer do ponto de vista da microeconomia e esse papel que a Caixa começa a exercer diferença nesse processo e o quanto ele ainda vai crescer do ponto de vista da microeconomia e esse papel que a Caixa começa a exercer a diferença lado”, frisou.
Ele explicou: “para vocês tiveram ideia, nós criamos para quem é mais ávido por questões das terminologias de tecnologia. Criamos alguns squads dentro da empresa, que a gente chamou de um de teia, um movimento que começou com 600 empregados, hoje tem mais de 1.200 empregados envolvidos num processo de que eles são os desenvolvedores da empresa. Então, nós criamos uma dinâmica na empresa, onde você tem colegas que estão, por exemplo, no Acre fazendo desenvolvimento tecnológico dentro da Caixa. importante e transformadora do ponto de vista do que estamos fazendo.
Temos hoje o apoio das big techs do mundo, todas elas, todas as maiores empresas de tecnologia do mundo estão participando na Caixa. Estamos, inclusive, usando a Caixa como um caso para eles, do ponto de vista do que eles estão percebendo a importância desse processo todo que envolve a transformação digital da Caixa. Então, temos essa questão que começou como processo também de um concurso específico para nós podermos ter mais de 2.000 trabalhadores só de tecnologia. Fizemos esse processo no ano passado, no ano 2024. Estamos hoje com 4.000 funcionários tendo 2.000 vagas externas para tecnologia.
O presidente exerce:
“Temos mais de 50% desses colegas já dentro da empresa e isso é um outro aspecto também muito relevante do ponto de vista da antropologia da empresa, porque estamos trazendo depois de 16 anos, uma geração Z para fazer parte do convívio conosco. Isso é muito interessante do ponto de vista dessa nova relação, eles que estão trazendo também essa cultura nova para a questão da transformação digital da empresa. Então, é um movimento interessante, vale a pena se deter sobre ele, sobre o que está sendo feito.
NOVIDADES
Carlos Vieira ainda comentou: “A questão que nós vamos falar também, da experiência da Teia, o que ela está fazendo de transformador. Dá só um número aqui para vocês. É, levamos em média para aprovação de um cartão de crédito na Caixa, 3 dias. Hoje nós estamos fazendo uma aprovação de um cartão de crédito na Caixa em 5 minutos Para vocês terem ideia do impacto que isso tem do ponto de vista da transformação dos processos da empresa lá na frente a gente vai falar disso.
AGILIDADE
Vou antecipar para vocês. A Inês Magalhães, nossa vice-presidente de habitação, tem como detalhar um pouco mais, nós caminhamos no sentido de que no ano de 2025, a gente sabe o uso de papel para fazer a habitação na Caixa. Isso tem um impacto enorme sobre todos os aspectos, sobre a aparência do processo.
O presidente comentou:
“Por exemplo, antigamente o cliente pegou um dossiê com o seu contrato na Caixa e ia no cartório para fazer o registro do imóvel. Não precisa mais fazer isso. Já está sendo feito digital. Nós estamos no processo de expansão. E quando nós estivermos com todo esse processo expandido na Caixa, vamos fazer um outro movimento, é um movimento de redução de derrubada nós da de árvores no país ou no mundo para que sirvamos de papel na Caixa. vamos deixar de pegar anual 4.400 árvores para fazer o processo habitacional da Caixa acontecer.
O presidente comenta:
“Isso é muito significativo. Então esse movimento da Teia ele vem e tem um trabalho específico para cuidar desses aspectos, tem startups envolvidas, tem big techs envolvidas. Temos um aspecto muito interessante e todos estão convidados a conhecer lá em Brasília, no Centro de Convenções Ulisses, onde temos um ambiente próprio para desenvolvimento de tecnologias específicas para as startups que cuidam do GovTech”.
INOVAÇÃO

O presidente expôs novidades:
“Temos hoje aproximadamente 14 startups lá fazendo o trabalho de desenvolvimento de tecnologias que são externas para governança tecnológica, que vale a pena conhecer quando vocês estiverem em Brasília, esse movimento que está acontecendo. Então chamamos de ter todo esse processo de transformação digital. Aí passa por uma série de questões, algumas delas de antecipada. É, questão da cibersegurança. A Caixa é um dos bancos mais seguros hoje em tecnologia. Nossas camadas de segurança da tecnologia são quase que uma fixação que a Caixa tem do ponto de vista de segurança. Por que nós temos isso? Porque a Caixa responde por 25% de tudo que é Pix transacionado no país. Você imagina o banco que responde por 25% de todo o Pix que é transacionado diariamente no Brasil, a média de transação da Caixa Então, imagine o nível de segurança que nós temos que ter.
SEGURANÇA
Carlos Vieira explica:
“E nós ganhamos muito nessa questão da segurança. E quanto mais tecnológico para a empresa, nós sabemos disso, quanto mais imersos os nossos processos, maior vai ser a nossa segurança. Falei já da transformação do NAT digital, na questão da habitação principalmente. E aí, especificamente na questão do pacote digital MEI. Pacote digital MEI é uma conta que nós criamos criados aos microempreendedores brasileiros para eles terem acesso digital a uma conta, é o primeiro banco que lançou esse movimento.
REPERCUSSÃO
Ele avalia os efeitos:
“Isso tem feito realmente uma diferença muito grande na vida de muitos empreendedores. Como nós estamos num processo inicial, o Brasil é um país que tem 20% de sua população como empreendedora. Para você ter a ideia da dinâmica e da possibilidade disso, só temos hoje 104.000 contas abertas. Você imagina o tamanho disso e a possibilidade de acesso a crédito dessas famílias que estão envolvidas com microempreendedorismo no Brasil.
Microempreendedorismo
MICROCRÉDITO LANÇADO
Para explicar:
“Então esse é um papel que a Caixa se propõe a exercer e a gente começa a exercer. Nós temos exemplos notórios disso, já visto. Nós lançamos um dos movimentos ligados ao microempreendedorismo no Brasil no dia 9 de dezembro, nós iniciamos esse movimento e nós iniciamos por um local remoto do país, fomos no Amapá, num ambiente quilombola no quilombo nós chamados Mel da Pedreira, nós fizemos nesse lançamento lá, com presença de pescadores, de pequenos proprietários, de pessoas que foram agraciadas com a distribuição de terra e tem um fato muito relevante. Uma das pessoas que recebeu essa possibilidade do microcrédito, era exatamente uma pessoa que fazia 10 anos que tentava ter acesso à propriedade definitiva da sua terra E há 10 anos ele nos órgãos que eram responsáveis pela entrega da titularidade da terra e não tinha acesso”, frisou.
Para resolver, ele comentou:
“Quando ele disse que precisava daquela titularidade para ter acesso ao microcrédito na Caixa, foi imediatamente dado. Então vocês observaram o movimento transformador que está por trás dessa questão do microcrédito e das possibilidades que temos no Brasil de fazer uma grande transformação com o microcrédito. Aí vem um outro aspecto que está ligado a isso. Nós já estamos e já foi anunciado algumas vezes que temos hoje aproximadamente 2 milhões de MEIs destinados a um microcrédito. Mas nós estamos enfrentando na área de concessão do crédito. O que nós estamos agora aprimorando é como entraremos para contribuir com esses arranjos que existem no Brasil na área de microcrédito”, comentou.
Ele disse:
” O que é que você está falando, presidente? É o seguinte, você tem os diversos arranjos no país. País é imenso. De Norte a Sul desse país tem diversos arranjos. E nós temos exemplos práticos de arranjos que estão dando certo não só na parte da produção, mas também na distribuição com o apoio de empresas tecnológicas, por exemplo, dar um exemplo na Bahia, um exemplo típico que tá acontecendo lá, que vale a pena a gente conhecer, é um exemplo que começou há 18 anos no governo do senador Jaques Wagner e que tem uma empresa que consolida todo esse processo de produção e distribuição em qualquer lugar do mundo de forma tecnológica com o celular, tendo acesso ao aplicativo disponibilizado, você pode levar qualquer produto feito pela agricultura familiar da Bahia.
Para ele, há desdobramento:
“É dessa forma que a Caixa quer ampliar essa participação dela. Então a gente entende que o papel na microeconomia de um banco como a Caixa, não só a Caixa, qualquer outro banco que esteja convidado a fazer esse mesmo papel.
É super importante. É uma visão que devemos ter. A Caixa, naturalmente, por ser um banco com uma natureza social, tem essa vocação, mas é uma vocação que todos os outros bancos terão. Então não adianta você ter um banco que tem uma transformação tecnológica hoje no mundo da tecnologia digital. Que tem acesso, mas o acesso dele é só no sentido de fazer a coleta de recursos das famílias brasileiras ou dos jovens brasileiros. O que é que ele está fazendo com aquele recurso? E isso é um convite que a gente faz.
OUTROS BANCOS
O presidente informa:
“Temos hoje nesse processo da dinâmica criada parceria com os bancos que tem, inclusive, mais tecnologia do que a Caixa, do ponto de vista de que as pessoas possam ajustar essa atuação dentro do sistema da microeconomia brasileira.
ATENDIMENTO
Conforme informado, “há dados como a transformação de redução de atendimento para as famílias, para as pessoas, para o cliente, permanência reduzida do tempo de trabalho dos trabalhadores na Caixa. Mas nós já temos dados disso que em alguns lugares a média de permanência tem limitado, isso tem sido muito bom. Você cria outro movimento que é o movimento também da possibilidade dos atendimentos remotos. A gente vai falar um pouco mais na frente disso quando falar dos Correios, da parceria com os Correios, mas enfim, essa transformação digital, ela só está no começo. Só está no início, foi ontem, antes de ontem, não me lembro mais, nós aprovamos uma grande ação de aproximação com o SERPRO.
DIGITAL
O presidente explicou:
“Isso demonstra a importância hoje, porque no mundo digital. E no mundo bancário digital, existe uma máxima. Que a gente fala assim: o banco não é mais só banco, mas o banco está em todo lugar. Essa é a grande realidade. E é, e a nossa parceria, não só com as empresas, como eu falei, com as Big Techs, como também com outros órgãos do próprio governo, como é o caso do SERPRO, da DataPrev, como é o caso dos Correios, está pedindo para essa transformação digital e essa transformação está chegando na população mais cuidado do país. Bom, por que isso tudo? Porque nós trouxemos um outro princípio que está dentro do mundo digital, que é a centralidade no cliente.
CONSELHO DOS CLIENTES
Para ele, “nós criamos um modelo onde tem o conselho dos clientes. Hoje, inclusive, está acontecendo, Pedro, uma duas reuniões? O Pedro pode dizer o que vai ter na reunião, por exemplo, em São Paulo com uma base de clientes que nós vamos discutir. Outro envolvido é o Renan que se apresenta como cuidador também dessa questão da relação com o cliente. A ordem é ouvir o nosso cliente, o que é que ele deseja, o que é que ele sugere de melhoria na empresa. Questão de proximidade regional. Nós temos um processo de entrada efetiva nos estados e municípios, valorizando essa participação da Caixa nos estados de município”.
FIM DA RECLAMAÇÃO
Ele informa: “ E tem uma coisa que foi para mim muito significativa. Pela primeira vez, saímos do top 10 de reclamação do Banco Central. Isso dado de dezembro de 2024. Não me lembro que a gente tinha tido uma posição anterior. Tão importante do ponto de vista quanto menor a classificação, melhor. Fomos a 12ª posição no ranking do Banco Central. Isso demonstra o quanto toda essa transformação impacta também na questão da centralidade do cliente.
Ele acrescenta: “Tivemos alguns prêmios sem perder a atenção à governança. Eu acho que é um outro aspecto também muito interessante. Tem uma frase do Bill Gates que ele fala o seguinte: “O mundo será melhor quando cada pessoa tiver um computador à sua frente e puder fazer um enter”. A questão da tecnologia, ela aumenta a governança nas organizações. Isso é nítido.
A força tecnológica
GOVERNANÇA
O presidente explica: “Quanto mais tecnologia envolvida, maior é a governança na organização. E a Caixa recebeu esse ano algumas premiações é isso é importante.
Tio um prêmio do Estadão pelo reconhecimento das cinco marcas importantes de perspectiva e futuro: Prêmio Bê-á-Bá Transformação. Somos dos bancos que tem essa questão em função da percepção sobre o aspecto que eu falei da transformação do digital da empresa. A Caixa foi o terceiro lugar no prêmio Inovação também, uma outra importante premiação que a Caixa recebeu.
ATIVO E HABITAÇÃO

Vieira informou: “O tamanho do ativo da Caixa, crescimento comparativo do crescimento do ativo, de 3,5 trilhões conglomerado como todo, considerando os ativos que a Caixa tem no seu ativo próprio e sobre o ativo de terceiros, então nesse ativo de terceiro está exatamente o envolvimento das nossas gestões, do ativo da empresa e incluído com a administração feita dos recursos do FGTS. Nós tivemos um registro em contratação.
_Contratamos quase 224 bilhões na habitação. Continua sendo o nosso carro-chefe, continua sendo a operação mais importante que a empresa conduz, com todos os benefícios que traz uma operação de habitação, né? Com toda a percepção que o segmento da construção civil? As incorporadoras, todos os envolvidos, toda essa cauda longa que presidente da construção civil tem sobre a importância desse segmento e a Caixa continua se posicionando que o seu papel é um papel de indutor do crescimento da habitação no país.
Em 2024, cresceremos quase 21%. É um dos momentos mais, é, eu diria nobres da nossa atividade na Caixa, que é entregar a chave de uma casa. É um momento singular. Para nós que estamos entregando, para quem tá recebendo e aí se envolve nesse processo tudo o que tem a ver também com o Governo Federal, a percepção do Governo Federal, sobre a importância da habitação, a retomada que nós tivemos desde 2023 da habitação, dentro do programa Minha Casa e Minha Vida, o que foi construído, o que foi feito.
COMPARATIVO
O presidente informou:
“A partir daí é só fazer os comparativos para gente entender o quanto dessa percepção, ela se reflete no benefício da sociedade. E está aí o benefício. 3,2 milhões de pessoas com acesso à casa própria, 803.000, novos contratos, Fazemos por dia na Caixa em média e aí dá para você fazer a conta. É, nós fazemos a destinação dentro da economia brasileira de quase 1 bilhão por dia. Só pegar esse número, 224 bilhões, dividir pelos dias úteis, são 260 dias úteis, você vai entender que esse é um número extraordinário. Você coloca como injeção dentro da economia por dia, quase 1 bilhão de reais, a Caixa Econômica faz isso.
CONSTATAÇÃO
Carlos Vieira comenta:
“Então assim, temos um cheque importante nessa participação e aí mais uma vez a gente reafirma, esse número da Caixa é um número muito importante, mas ele ainda não é suficiente para resolver o déficit habitacional do país. Porque o que a Caixa faz e juntamente com os outros segmentos das instituições financeiras, ainda não é suficiente para a gente trazer o patamar que nós desejamos ter do ponto de vista da participação no PIB do Brasil. O Ministro Haddad tem falado muito disso, tem sido uma das um dos mantras do Ministro Haddad, ele tem muito com o segmento da construção, com a Caixa Econômica, nas outras entidades, com a Febraban para discutir alternativas de crescimento da participação do crédito imobiliário, dentro da economia e aumentar também esse percentual de participação no PIB”.
MICROCRÉDITO
Ele acrescentou:
“Microcrédito, já falei um pouco sobre isso. É, nós descobrimos a existência dos fundos constitucionais como oportunizadores de criação de microcrédito. Isso partiu da sensibilidade do governo federal, da sensibilidade do Ministério do Desenvolvimento Regional, com o Ministro Valdeiz, de um diálogo nosso, que ele permitiu que a Caixa acessasse os fundos constitucionais para que ele pudesse fazer para o transformador. Então, nós temos os fundos constitucionais, nós temos os fundos próprios, temos a questão de recursos do orçamento geral da União e outros fundos, inclusive externos. Nós estamos discutindo isso, é prematuro agora, mas estamos discutindo com órgãos e entidades internacionais que poderão reportar recurso para que possamos aumentar o microcrédito. Então, a gente tem que levar muita crença de que esse é um aspecto transformador.
Banco chegando na ponta
ACESSIBILIDADE
O presidente comentou: “Nossos agentes estão chegando lá com um tablet nos rincões do país e fazendo com que ele, do seu ambiente, ele possa fazer o microcrédito. Nós temos um caso específico, eu esqueço o nome da senhora que é uma pescadora lá no Rio Madeira. E ela conseguiu com o microcrédito na Caixa, ela não tinha o motor dentro do seu barco. Ela tá agora com dois, comprou dois motores. Há um vídeo em que a beneficiada dá testemunho sobre importância disso.
Como o Eduardo também falou aí sobre essa questão do microcrédito.
Então, esses fãs a gente esperam e estamos numa discussão ativa. Fazendo a percepção sobre os detentores dos fundos que podem servir fundo de aval. Para que eles possam, de repente, destinar uma questão que não só para a Caixa, mas para os outros bancos seja importante.
MODERNIDADE
E optar:
“Na discussão do que a gente chama do stop loss, que é interessante, não adianta eu ter um fundo e esses fundos eles não darem o conceito do ” stop loss ” que seja adequado para as instituições financeiras têm confortável do ponto de vista da sua possibilidade de aplicar no microcrédito. O microcrédito tem um risco maior, todo mundo sabe disso. Então, se tem um risco maior, a gente tem um conceito de stop loss, né, de ter uma garantia de que esses fundos, eles podem cobrir um espaço maior do que aquele que é o apetite das instituições finanças a fazerem esse crédito. No mundo inteiro funciona assim. Porque é que o crédito com o fundo constitucional, ele está dando certo? Porque no crédito constitucional, nós temos inclusive um desconto no valor aplicado considerando a pontualidade de quem tá pagando também essa questão do microcrédito?
POLÍTICAS PÚBLICAS
E acrescenta:
“Com políticas públicas, a Caixa tem uma tradição muito, é, significativa do ponto de vista de ser o principal, né, braço operacional das políticas públicas do governo federal, né? E aí tem, né? OGU, minha casa, minha vida, eh desembolso para estados e municípios, né? A uma coisa que é inovadora também, essa alavancagem, eh, das parcerias que nós celebramos dentro das PPPs. Nós temos um fundo que tem em torno de 300 milhões de reais. Esse fundo se destina a de forma gratuita eh trabalhar o chamado projeto básico para uma PPP junto a estados e municípios. Temos vários estados e municípios vários municípios, principalmente municípios grandes que estão tendo a oportunidade de usar esses fundos.
PPPs
Acrescentou: “Apesar de a gente saber que uma PPP reduz em média em termos do custo do valor do investimento tem 18% isso é comprovado estatisticamente. Mas a gente sabe que os governos, principalmente dos municípios, dos pequenos municípios, eles não têm condições de apresentar um projeto básico. E aí o governo federal Criou uma estrutura de um fundo que está destinada à Caixa Econômica Federal sobre a gestão do PPI, a gestão lá do Manuel? Para que a gente possa exatamente estimular esse tipo de processo dentro das PPPs. Tem dado muito certo também. O novo PAC, Como eu falei, são projetos, de quase 4.000 projetos do novo PAC e aí tem uma coisa que foi a entrada da Caixa, nós não operamos nem com nem com recursos destinados à obra do MEC, do Ministério da Educação nem do Ministério da Saúde.
INDUTORES
O presidente observa: “E agora nós somos indutores desse processo do ponto de vista da operação deles, né? E aí nós estamos falando das questões ligadas à creche, nas questões ligadas aaaaaaa às unidades do SUS e tantas outras que estão ligadas a esse processo, retomada de obras que estavam paradas, né? Aí tem entrega de já de 10 hospitais, 34 maternidades, 55 policlínicas, construção de 1.200 novas creches e retomada de creches essa aí tá mais retomada das creches também, não são as novas, só são novas, as novas 1.200 novas creches, né? É, a questão das escolas de educação infantil, as quase 700 escolas de tempo integral. E aí vem outra grande contribuição, que são as obras de mobilidade, contenção de encostas, urbanização de favelas.
RECIFE
Exemplificando: “
E aí eu digo: “Ah, dá um exemplo concreto de participação da Caixa em contenção de encostas”. Se nós formos ao Recife, lá lá com o prefeito, é, é, João Campos, nós vamos ver o trabalho que está sendo feito em contenção de encostas, trabalho belíssimo com a participação inclusive de uma ação de comunidade. E que a Caixa tem um papel fundamental lá. As proximidades do Recife começam a mudar de forma muito significativa e a Caixa tá apresentando essa parceria lá.
E aí vem a questão do esporte, já foi falado aqui, ambiente de convivência, cultura. São atualmente 1036 municípios participando desse processo. A questão de novo do papel da Caixa foi mencionada no vídeo aqui a gente reforça? Dos benefícios sociais é um papel fundamental e aqui fazer só um parente para falar de uma coisa que não sei se está lá na frente na apresentação, mas eu vou fazer a questão já de falar aqui.
SINERGIA
Carlos Vieira exemplifica:
“Vou dar um exemplo típico do que é você perceber a importância da sinergia entre as instituições. Os Correios conosco, hoje temos uma parceria muito importante do ponto de vista da distribuição de programas sociais e eu vou dar um exemplo concreto disso, um do norte e outro do sul do país. Norte do país, Ilha de Marajó. 17 municípios. A Caixa não tem condições de estar em todos os 17 municípios, mas constitucionalmente o Correio está. E o Correio tem feito o trabalho da Caixa em alguns locais, onde reduz o deslocamento proveniente de famílias com uma redução de custo de deslocamento de R$ 200.
A gente que está aqui no Grande Centro, talvez não entenda o que é e qual a importância de ter um aumento na renda de R$ 200. Isso já está acontecendo e E aí você vai no sul do país para poder ir em. Sarandí. Não estão indo mais. Por quê? Porque os Correios estão fazendo esse trabalho lá. Fazendo o quê? A distribuição dos benefícios sociais nos diversos programas que envolve todos aqueles que estão citados, né? E aí vem os números. Chega a 400 e 4 bilhões?
REFORÇO
Ele ainda explica:
“Uma injeção importante na economia, Bolsa de Família, INSS, Seguro Desemprego.