A casa de show Domus Hall, em João Pessoa, enquanto estrutura física de valor recebeu neste domingo de Flávio Bolsonaro um público aquém do esperado para pré-lançamento do senador Efraim Filho ao Governo da Paraíba em 2026. Resumidamente foi extremamente do ponto-de-vista estético mais show-man do que líder político do tamanho conquistado por seu pai.
Objetivamente sua fala enquanto pré-candidato a presidente da República foi infinitamente menor do que seu estilo de dançarino circunstancial reduzindo um Jingle de uma campanha imposta pelo pai Bolsonaro. Parecia o estilo É o Tchan ou Claudinha Leite de seu campo, mas como líder deixou a desejar.
Se reparar bem, tudo tem estilo modernoso do americano Bennon atuando no Brasil com espetáculos.
A rigor, em termos de conteúdo e de fala, o pré candidato Efraim Filho reproduziu muito mais abordagens de fundo,melhor expostas do que o candidato a presidente visivelmente a merecer ajustes porque o que apresentou aparentou ser fraco.
Em síntese, Flávio Bolsonaro deu gás ao evento, não no tamanho esperado, mas objetivamente sem a dimensão do significado do seu pai, mesmo em nome de Deus e Família entretanro com aura não sustentável.
Deixou a desejar.
BRUNO FORA DO NINHO
Quem estava no palanque principal era o prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima em desalinho com o restante majoritário da
Família.
Vai levar desgaste a Efraim. Mas ele não tem outra escolha.
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“O olho que existe/ é o que vê”

