Defesa confirma morte de sicário apontado pela PF como operador de grupo ligado a Daniel Vorcaro

Luiz Phillipi Mourão, conhecido como “Sicário”, morreu após tentativa de suicídio em cela da Polícia Federal

Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, apontado pela PF como “sicário” de Daniel Vorcaro (Foto: Divulgação)

Redação Brasil 247

247 – A defesa de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, de 43 anos, confirmou na noite de sexta-feira (6) a morte do investigado apontado pela Polícia Federal como integrante de uma estrutura paralela associada ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro. A informação foi divulgada em nota e publicada originalmente pela Folha de S.Paulo, que acompanha os desdobramentos da Operação Compliance Zero.

Segundo a defesa, Mourão morreu às 18h55, após a conclusão do protocolo de morte encefálica iniciado na manhã de sexta. Em nota, os advogados afirmaram: “Informamos que o quadro clínico evoluiu a óbito, que foi legalmente declarado às 18h55, após encerramento do protocolo de morte encefálica iniciado hoje, 06.03.26, por volta das 10h15. O corpo será encaminhado ao Instituto Médico Legal, seguindo-se o protocolo legal”.

Mourão havia sido preso na quarta-feira (4), durante uma nova fase da Operação Compliance Zero. De acordo com a Polícia Federal, ele tentou suicídio em uma cela da Superintendência da PF em Minas Gerais. Após o episódio, foi socorrido e levado a um hospital, onde permaneceu internado até a confirmação de sua morte.

Apontado como operador central de grupo investigado

Nas investigações, Mourão aparecia com o apelido de “Sicário” e foi descrito pela PF como operador central de um grupo chamado “A Turma”. Segundo os investigadores, ele seria responsável por coordenar ações de obtenção de informações e monitoramento de pessoas consideradas de interesse de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

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Walter Santos

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