Funcionários da Petrobrás entram em greve em todo o país

A paralisação dos funcionários da Petrobrás começou na madrugada desta segunda-feira (15) nas plataformas do Espírito Santo e no Norte Fluminense, e possui tempo indeterminado. No Nordeste parte dos trabalhadores seguem o rumo nacional. 

De acordo com a Federação Única dos Petroleiros (FUP), na região até o momento, no Rio Grande do Norte, 90% dos trabalhadores do Edifício Sede do Estado (EDIRN) aderiram à greve. 

Também se manifestaram na Bahia, os campos de produção terrestre: da Fazenda Bálsamo (Esplanada), de Santiago  (Catu), de Taquipe (São Sebastião do Passé), de Buracica (Alagoinhas) e de Araçás. Além disso, os funcionários da Sede administrativa da Petrobrás em Salvador, atrasaram o expediente. 

Em Pernambuco, segundo o Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Petróleo e Gás Natural dos Estados de Pernambuco e Paraíba (Sindipetro PE-PB), a parada segue o rumo nacional. 

Paralisação no Brasil

Pela manhã, equipes das refinarias Regap (Betim/MG), Reduc (Duque de Caxias/RJ), Replan (Paulínia/SP), Recap (Mauá/SP), Revap (São José dos Campos/SP) e Repar (Araucária/PR) não realizaram a troca de turno, o que exigiu o acionamento das equipes de contingência.

A manutenção da greve foi aprovada na quinta-feira (11/12), após a FUP considerar insuficiente a segunda contraproposta da Petrobrás para o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) de 2025.

Petrobrás

Em nota, a Petrobras informou que houve manifestações em unidades da companhia em razão de um movimento grevista. Segundo a empresa, não há impactos na produção de petróleo e derivados, e medidas de contingência foram adotadas para garantir a continuidade das operações, com o abastecimento ao mercado assegurado.

A companhia afirmou ainda que respeita o direito de manifestação dos empregados e mantém um canal permanente de diálogo com as entidades sindicais, independentemente de agendas externas ou manifestações públicas. A Petrobras acrescentou que segue empenhada em concluir as negociações do acordo na mesa de diálogo com os sindicatos.

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Ana Júlia Silva

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