Por Walter Santos
Coluna Ponto de Vista
Em primeiro lugar, independentemente de torcida e/ou vínculos político – ideológicos, se faz fundamental reconhecer publicamente que a versão 2025 da COP30 em Belém do Pará deve-se exclusivamente à decisão do presidente Lula de efetivar no Brasil, em plena Amazônia (pulmão do mundo) reestruturando toda a cidade para abrigar as Nações presentes ao importante evento.
Ouviram muitos boicotes dentro e fora do Brasil, inclusive envolvendo setores da ONU, mas a determinação do presidente Lula se faz mais forte provando como se estrutura um evento dessa dimensão.
SISTEMATIZAÇÃO
Embora reste até o fim-de-semana a sistematização de todos os Planos de Ação discutidos em diversos níveis e categorias, mas abrigando a participação popular sem ignorar os povos Originários, a COP30 chega à reta final contabilizando ganhos extraordinários na preservação possível do Planeta diante da força negacionista dos EUA e países produtores de petróleo em se ausentarem de problemas climáticos de onde não vão poder fugir dos efeitos catastróficos.
TRANSIÇÃO
Se faz também importante registrar a proposta intermediária do presidente Lula de projetar como compromisso das Nações conviver a partir de agora com a transição energética buscando sair dos combustíveis fósseis (petróleo e carvão) para a energia limpa ( sol e vento) como alternativa.
POVOS ORIGINÁRIOS
Embora as representações diplomáticas e sociais tenham estado empenhadas em produzir Documento histórico na COP30 na defesa da sociedade civil organizada, ao invés e somente só na proteção dos países poluidores,
também é fundamental admitir que pela primeira vez o segmento fundamental dos Povos Originários esteve com representação ativa e respeitada. O cacique Raoni, exemplo vivo das lutas, que o diga.
E vai haver recursos para preservação de nossas florestas.
SÍNTESE
O fato é que a versão 2025 da COP30 consolidou o Brasil como líder global nas lutas em favor e defesa do Planeta Terra ainda dialogando em diversos níveis,
como o combate à fome e à miséria matando milhões de pessoas no mundo, afora sua altivez de buscar a Paz ao invés da guerra e das ameaças, ultimamente no Caribe e na Venezuela.
Neste particular, é preciso reconhecer o papel preponderante de Luiz Inácio Lula dá Silva, o CARA!
ÚLTIMA
“O olho que existe/ é o que vê”

