Há por todo o canto uma repercussão imensa da escolha da venezuelana Marina Corina Machado, adversária declarada ao regime de Nicolas Maduro na Venezuela, como nova laureada pelo Prêmio Nobel da Paz por simbologia e alinhamento à quem quer e defende guerra.
Sem tirar nem por, de fato vivemos a inversão absoluta de valores humanos na qual o interesse particularizado tenta e se impõe sobre o sentimento global humanitário a destituir a força e reconhecimento ao importante prêmio.
Tudo pode ser atestado na manifestação seguinte ao anúncio dela ter agradecido e reconhecido a indicação feita pelo Secretário Marco Rubio ao presidente Donald Trump – explicitamente buscando criar clima de guerra com a Venezuela.
Num mundo cheio de tantas guerras em busca de Paz, a nova escolha da agência sueca implode valores civilizados e os troca por conveniências geopolíticas de plantão Ocidental.
A premiação ficou muito menor ao esperado.
ÚLTIMA
“Onde houver trevas/ que eu leve a luz”

