Celebrando 25 anos, Santuário de Aparecida de Salvador estima receber mais de 20 mil peregrinos e romeiros

Por Victor Hernandes

 

“Sou caipira, Pirapora nossa Senhora de Aparecida Ilumina a mina escura e funda”. O refrão da música ” Romaria”, proclamada por Renato Teixeira, deu o tom e passou a servir de oração para católicos prestarem homenagens à padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida. A história da santa foi iniciada em 12 de outubro de 1717, quando três pescadores brasileiros no Rio Paraíba (SP), após um dia frustrante sem nenhuma captura, lançaram sua rede e encontraram uma imagem de madeira escura, sem a cabeça. Na segunda pescaria, foi localizada a cabeça e parte de uma imagem incompleta de Nossa Senhora da Conceição, que se tornou Nossa Senhora da Conceição Aparecida, em decorrência da aparição.

 

Depois do encontro, as redes dos pescadores, que estavam vazias até então, passaram a ser repletas de peixes. O milagre foi se espalhando e a imagem virou item de devoção. A notícia se espalhou rapidamente pela região, e a imagem, encontrada por acaso no rio, tornou-se objeto de grande devoção. Com o aumento de fiéis da santa em 1745, foi erguida uma capela especialmente dedicada à Aparecida. O local se tornou anos depois o Santuário Nacional de Aparecida, que atualmente recebe milhares de visitantes diariamente.

 

A devoção popular à figura, no entanto, não se restringiu somente a SP, mas se culminou por todo o país, onde diversos templos dedicados a ela foram construídos. Na capital baiana, por exemplo, o Santuário Arquidiocesano Nossa Senhora da Conceição Aparecida, no bairro do Imbuí, passou a ser um dos templos referências na honra à santa. 

 

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