O presidente da Câmara Federal, Hugo Motta, disse após de votação nesta quarta sobre a anistia que “ o Brasil precisa de pacificação. Não se trata de apagar o passado, mas de permitir que o presente seja reconciliado e o futuro construído em bases de diálogo e respeito”.
Segundo ele, “ há temas urgentes à frente e o país precisa andar. Temos na Casa visões distintas e interesses divergentes sobre os acontecimentos de 8 de janeiro de 2023.
E acrescentou:
“É no Plenário que ideias se enfrentam, divergências se encontram e a democracia pulsa com força total.
Como Presidente da Câmara, minha missão é conduzir esse debate com equilíbrio, respeitando o Regimento Interno e o Colégio de Líderes.
Não para impor uma verdade, mas para garantir que todas sejam ouvidas.
Hoje pautamos a urgência de um projeto de lei do deputado Marcelo Crivella para discutir o tema.
Agora um relator será nomeado para que possamos chegar, o mais rápido possível, a um texto substitutivo que encontre o apoio da maioria ampla da casa.
Um presidente da Câmara não pode ser dono de teses, nem de verdades absolutas.
Sempre que alguém se declarou dono da verdade, o país perdeu.
E nesse caminho de construção coletiva, quero reafirmar A mensagem que guia nossa gestão: O Brasil precisa de pacificação.
Cabe ao Plenário, soberano, decidir. O Plenário é o coração da República”.

