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O Rio Grande do Norte está quebrado I Por Bosco Afonso

*Coluna Bosco Afonso, do Diário do RN

 

Terá muita coragem quem aceitar o desafio de administrar o Rio Grande do Norte nos próximos anos.

Econômica e financeiramente, o estado está inviabilizado. Ou melhor, o estado está quebrado. É isso que consta no relatório anual do Centro de Liderança Pública – CLP (instituição suprapartidária que busca engajar a sociedade e desenvolver líderes públicos), divulgado na semana passada. O Rio Grande do Norte é o estado com menor solidez fiscal do Brasil, o que demonstra a fragilidade da sua administração financeira, mostrando com nitidez a dependência do governo federal.

A sorte do RN é que governo nenhum quebra, na essência da palavra. Sempre chega alguma ajuda, sempre aparece um socorro para evitar um descalabro maior. Mas a realidade é que o nosso Rio Grande do Norte, mesmo com todas as suas riquezas naturais – petróleo, gás, sal, minérios ferrosos, energia renovável – chegou ao fundo do poço.

Além de ocupar o 27º lugar entre os 27 entes federados em relação a sua Solidez Fiscal, segundo relatórios do Centro de Liderança Pública, o Rio Grande do Norte também ocupa a 27º posição no setor de Sustentabilidade Ambiental com nota zero; o 22º lugar em Eficiência da Máquina Pública com nota 31,32; em 22ª colocação no quesito Potencialidade de Mercado com nota 27,8; e em 21ª posição na área de Educação com nota 30,09. Segundo ainda o Relatório do CPL, de 2024, o RN é o 24º no quesito Competitividade no Brasil e é o último colocado na Região Nordeste nessa mesma área.

Vale lembrar que em 2019, no início da primeira gestão da governadora Fátima Bezerra o Rio Grande do Norte ocupava a 15ª posição no Ranking Geral dos Estados com a nota 46,99, conforme avaliação feita pelo Centro de Liderança Pública, caindo em 2024 para a 24ª colocação, com a nota 30,78, dentro dos mesmos critérios de avaliação do CLP.

Ressalte-se que em 2019, início da primeira gestão de Fátima Bezerra, o Rio Grande do Norte ocupava o 9º lugar no quesito de Solidez Fiscal, com nota 80,41, já em 2022 o RN estava em 23º lugar com nota 34,24. Essa 27ª colocação, com a vergonhosa nota zero no Ranking dos estados em relação ao quesito Solidez Fiscal já é de 2025, o que possibilita imaginar que os próximos anos serão recheados de muitas dificuldades para manter a prestação dos serviços públicos.

Não adianta buscar culpados em razão da situação periclitante do estado, mas o que necessita mesmo é que tenhamos dirigentes comprometidos com o futuro e que possa encarar o problema com responsabilidade e contribuir para tirar o Rio Grande do Norte dessa situação em que se encontra.

 

QUALITATIVA


O Estadão contratou o Instituto Travessia para pesquisa qualitativa, em São Paulo, envolvendo eleitores arrependidos por terem votado em Lula e em Bolsonaro. O grupo formado por 6 mulheres e 4 homens, com idades entre 25 e 65 anos de idade.

 

QUALITATIVA 2


O grupo era composto por 5 eleitores que haviam votado em Bolsonaro e 5 eleitores que tinha votado em Lula, todos arrependidos. Uma das revelações da pesquisa foi a reação do grupo ao ver imagens de possíveis presidenciáveis.

 

QUALITATIVA 3


Reação do grupo à foto de Bolsonaro: “arrogante”, “prepotente”, “autoritarismo”, “irresponsável”, “despreparado”, “psicopata”, “preconceituoso”. Ao ver a foto de Lula, o grupo associou aos termos: “cansado”, “decepção”, “exausto”, “aposentado”, “ladrão”.

 

AUMENTO


Hoje, vamos passar a conviver com mais um aumento de preços. Agora é a vez de aumentar preços dos medicamentos que deve ter o teto de 5%, mas é sempre bom ficar de olho para ver se os donos de farmácias e drogarias não vão extrapolar.

 

GREVES


Acabou a greve dos professores da rede estadual de ensino. O SINTE acatou a nova proposta da governadora Fátima Bezerra e professores e professoras voltarão às salas de aula. Agora quem permanece em greve são os auditores hospitalares e fiscais da vigilância sanitária do estado.

OFFSHORE


A Associação Brasileira de Energia Eólica e Novas Tecnologias (ABEEólica) estima que as primeiras usinas de energia eólica offshore entrem em operação no Brasil a partir de 2031.

Nessas condições é que diretores do SENAI no Nordeste se reunirão em Natal, amanhã, quarta-feira, 2, para discutir possibilidades de projetos para fomentar a capacitação de profissionais na área.

 

*Coluna originalmente publicada no Diario do RN. Bosco Afonso é também colunista do site da revista NORDESTE
* O site da Revista NORDESTE não se responsabiliza por opiniões emitidas pelo autor da coluna.
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Redacao RNE

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