Os efeitos da ascensão do presidente da FIEPB ao assumir nova fase da indústria nos 9 estados do NE junto à CNI

 

Quem é do ramo sabe o quanto é difícil ascender e/ou construir liderança em segmentos da atividade econômica nacional ou regional, a exemplo da indústria, onde as caras carimbadas de anos a fio no setor dificilmente convivem com caras novas do tipo cristão novo.

 

Pode parecer conceituação estranha, mas não é, diante de fato novo extraordinário a se consolidar nesta segunda-feira, 24, com a posse na CNI – Confederação Nacional da Indústria – do presidente da FIEPB, Cassiano Pereira, no comando do cobiçado programa NORDESTE FORTE representando os interesses industriais dos 9 Estados.

 

Ascensão rápida

 

São os números, os poucos meses de gestão à frente da FIEPB e a cara nova diante de uma instituição calejada e formada por PHDs antigos em políticas de classe, que passam a conviver desta 2a feira em diante com a ousadia de Cassiano Pereira.

 

Tem mais: substituir a competência de Ricardo Cavalcanti, do Ceará, que consolidou o mais avançado núcleo de inovação em TI, da mesma forma estar sendo confirmado diante dos estados da Bahia e de Pernambuco – maiores ambientes de negócios – requer capacidade e atitude com dinâmica diferenciada, valores que o presidente da FIEPB apresenta em pouco tempo.

 

Além do mais, tem o fator da empatia, elemento subjetivo aparentemente simplório, mas não é quando a sintonia de humor e de propósitos batem e fecham numa mesma direção, no caso a envolver o presidente da CNI, Ricardo Alban.

 

Se reparar direito, diante desse ritmo e velocidade, além de conceitos sobre a conjuntura da indústria nacional vivendo a retomada de políticas de incentivo, certamente tudo isso deve resvalar na Paraíba, estado onde Cassiano Pereira sai da condição de então desconhecido no plano nacional para construir a liderança a ponto de influir nos projetos de futuro do estado e fora dele, a partir da indústria.

 

Em síntese, há um novo processo deflagrado e em curso devendo afetar seguramente o futuro sócio-econômico da Paraíba como consequência. Eis o tamanho da ousadia do presidente da FIEPB.

 

Ferrovia paraibana

 

Cassiano Pereira tem comungado com a provocação permanente da Revista NORDESTE de inserir a ferrovia Cabedelo – Cajazeiras na agenda da Transnordestina e do Governo Federal, algo que mudará o futuro da Paraíba.

 

No tempo certo, haveremos de apresentar novidades positivas.

 

A China na mira.

 

Prestígio

 

O superintendente da SUDENE, Danilo Cabral, confirmou em contato com o editor da Revista NORDESTE nesta segunda-feira que estará presente na posse do empresário Cassiano Pereira.

 

“Estivemos reunidos recentemente e são muitos os propósitos em favor do fortalecimento da indústria a partir do Nordeste”, comentou.

 

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“Quem sabe/ faz a hora/ não espera acontecer”

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Walter Santos

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