Ex-governador do Amapá e ministro da Integração defende explorar a Margem Equatorial para a transição energética e reduzir a dependência externa
247 – O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, ex-governador do Amapá por quatro mandatos, afirmou que a exploração de petróleo na Margem Equatorial é uma questão ligada à soberania nacional e defendeu a celeridade no licenciamento ambiental. Segundo ele, a Petrobras cumpriu todas as exigências necessárias para prosseguir com as pesquisas de prospecção na região.
“Explorar o petróleo da Margem Equatorial é uma questão de soberania nacional”, afirmou o ministro, ressaltando que o atraso na concessão das licenças pode comprometer a transição energética do país. “Se não fizermos esse movimento agora, garantindo uma nova fonte, o Brasil pode comprometer sua transição energética e sua indústria.”
O ministro argumentou que a Petrobras atendeu a todas as exigências do órgão licenciador. “A Petrobras é altamente preparada, uma empresa renomada, respeitada tecnicamente, de inovação e de responsabilidade ambiental. Cumpriu todas as exigências do órgão licenciador”, afirmou.
Góes destacou o direito do Amapá de explorar suas riquezas naturais e apontou que o estado mantém altos níveis de preservação ambiental. “O Amapá tem direito a explorar o seu petróleo. Somos um estado carbono-negativo, ou seja, com saldo positivo de carbono”, disse. “O Amapá está como grande exemplo para o mundo da sua responsabilidade ambiental. Ninguém pode apontar o dedo na nossa direção nesse quesito.”

